Dia Internacional do Preservativo: cerca de quatro milhões distribuídos gratuitamente em 2021

Agência Lusa , BMA
11 fev, 19:03
Preservativos

Foram também distribuídas 400 mil embalagens de gel lubrificante, no âmbito do programa de distribuição gratuita de materiais preventivos e informativos

Cerca de quatro milhões de preservativos masculinos e femininos foram distribuídos gratuitamente em 2021 por organizações não-governamentais, escolas, centros de saúde, hospitais e prisões, segundo dados divulgados hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

“Trata-se de um aumento de 33% no número de preservativos entregues entre 2020 e 2021, representando o esforço para manter a resposta em matéria de prevenção num ano ainda afetado pela pandemia covid-19”, afirma a DGS em comunicado a propósito do Dia Internacional do Preservativo, assinalado a 13 de fevereiro.

Além dos preservativos, foram também distribuídas 400 mil embalagens de gel lubrificante, no âmbito do programa de distribuição gratuita de materiais preventivos e informativos.

O Dia Internacional do Preservativo, promovido pela “AIDS Health Care Foundation”, visa salientar “a importância do preservativo enquanto medida de prevenção de infeções sexualmente transmissíveis e gravidezes não planeadas”.

Em Portugal, esta iniciativa é realizada em colaboração com organizações não-governamentais e com as 10 cidades signatárias da Declaração de Paris - que se comprometeram a acelerar até 2030 a sua resposta local à infeção por VIH, tuberculose e hepatites, com vista a eliminar estas infeções enquanto problemas de saúde pública.

A Direção-Geral da Saúde, através dos Programas Nacionais para as Infeções Sexualmente transmissíveis e Infeção VIH, e Hepatites Virais, assinala esta data com uma campanha de incentivo ao uso adequado do preservativo, divulgada nas redes sociais e sites e distribuindo gratuitamente preservativos à população

“É fulcral continuar a apostar no acesso gratuito e facilitado aos meios preventivos, como os preservativos, mesmo em contexto de pandemia, pela sua elevada eficácia na prevenção de infeções sexualmente transmissíveis e de gravidezes não desejadas, bem como repensar novas formas de abordagem às populações-alvo”, refere o comunicado.

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