Sub-21: Portugal-Azerbaijão, 5-0 (reportagem)
Declarações de Luís Freire, selecionador nacional sub-21, na sala de imprensa do Estádio Cidade de Barcelos, após a estreia a vencer, um triunfo robusto (5-0) sobre o Azerbaijão:
«Tivemos pouquíssimo tempo para trabalhar, mais de metade do grupo não se conhecia, foram dias intensos e bons para formar um grupo e passar as ideias. Isso foi-se vendo, foi uma equipa muito comprometida, segura nos duelos, reativa à perda da bola, mas nem sempre a definir bem. Na primeira parte tivemos cinco ou seis oportunidades claras, mas a bola teimava a não entrar. Ao intervalo falamos disso, de persistência, se queremos muito uma coisa temos de persistir. Os golos surgiram, os três primeiros golos surgem de rajada, depois houve um período de menor intensidade, é normal, e acabámos com grandes golos. Foi uma exibição dominadora, com golos e com muitas oportunidades. De realçar o espírito bom entre os jogadores».
[Disse na antevisão que tinha dois sistemas táticos trabalhados. Agradado com a respostas?] «A nível tático, para quatro dias, gostei a nível defensivo. Com bola notou-se alguma pressa, não estivemos tão bem na definição, sinto que se queremos ombrear com seleções mais fortes vamos ter de melhorar. Temos de ser exigentes, é normal o treinador querer sempre mais, até porque têm qualidade. Gostei muito da qualidade da equipa, da entrega».