Renato Veiga destaca a forma como foi recebido pelos colegas de equipa na Seleção Nacional e fala sobre a expulsão de Rafael Leão frente ao Chile
Renato Veiga recorda a conquista da Liga das Nações, há precisamente um ano frente à Espanha, e confessa ficar com «pele de galinha» sempre que se lembra desse momento. O central do Villarreal considera que a época no futebol espanhol foi muito importante para crescer enquanto jogador:
Conquista da Liga das Nações foi há um ano...
«Quando me disseram que vinha fazer a conferência de hoje fiquei feliz, porque faz um ano desde o meu primeiro troféu pela Seleção Nacional. Foi um momento muito especial, sempre que falo disso fico com pele de galinha e fico feliz por estar a fazer a conferência e por estar a preparar um Mundial depois desse grande dia.»
Renato Veiga no contexto de Seleção?
«Vem de uma forma natural, tento fazer o meu melhor todos os dias. Receberam-me muito bem, isso acaba por facilitar as coisas, é muito fácil integrar-se no grupo. São pessoas, que independentemente de serem grandes jogadores, são acessíveis e humildes. Isso facilita o trabalho e integração, os jogadores conseguem exprimir-se da melhor forma dentro de campo.»
Falta de estabilidade na carreira?
«Desde o tempo em que estava na Liga 3 até hoje cresci muito. Passei por muitos sítios e isso fez-me criar uma bagagem que levo hoje, com muitas experiências, culturas e vitórias. Espero que ainda esteja muito longe do que quero, trabalho para tal e ambiciono muito alto. Tudo isto fez-me muito bem, mas ainda estou muito longe do que ambiciono ser.»
Importância da época no Villarreal
«Este foi um ano em que joguei muito e tudo o que vem com o jogo acho que é muito importante. Jogar e ter rotação durante o ano é muito importante, foi bom para crescer e ter a continuidade que não tive nos últimos dois anos. Fiz seis meses na Juventus e seis no Chelsea, fazer uma época inteira ajudou-me muito.»
Expulsão de Rafael Leão contra o Chile
«O que aconteceu espelha muito o que é o nosso balneário. Há que ter cabeça fria sempre, mas independentemente de ser um particular ou não, quando um dos nossos estava num conflito, o que estava mais perto foi ajudar. O Rafael foi proteger o colega e eu fui tentar proteger os que já estavam lá. A nossa maior virtude é o balneário e estamos aqui para nos protegermos uns aos outros.»
