Maior porta-aviões do mundo regressa aos Estados Unidos após 11 meses em missão

Agência Lusa , NM
16 mai, 23:38
O porta-aviões dos Estados Unidos USS Gerald R. Ford no Estreito de Gibraltar a 1 de outubro de 2025. Alyssa Joy/US Navy/Getty Images
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Durante a missão de 326 dias, o USS Gerald R. Ford deu apoio à guerra dos Estados Unidos contra o Irão e à captura do Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em janeiro

O USS Gerald R. Ford, o maior porta-aviões do mundo, regressou este sábado a Norfolk, no estado norte-americano da Virgínia, após um destacamento de 11 meses, o mais longo desde a Guerra do Vietname.

Durante a sua missão de 326 dias, o Ford deu apoio à guerra dos Estados Unidos contra o Irão e à captura do Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em janeiro.

O mais avançado navio de guerra norte-americano e dois contratorpedeiros que o acompanhavam, com cerca de 5.000 marinheiros, atracaram na Estação Naval de Norfolk pela primeira vez desde junho.

Além das operações de combate e da travessia de continentes, os marinheiros a bordo do porta-aviões enfrentaram um incêndio não relacionado com combates, que obrigou a longas reparações na ilha grega de Creta.

O secretário da Defesa, Pete Hegseth, esteve presente na chegada dos navios de guerra.

Em reconhecimento do serviço prestado durante a guerra do Irão, o Ford e os navios que o acompanhavam receberam a condecoração Citação Presidencial de Unidade, por “desempenho excecional em ação” contra “um inimigo determinado”

Trata-se da maior condecoração que uma unidade pode receber, geralmente reservada para conquistas significativas em combate.

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