Tráfico de diamantes leva PJ Militar a passar bagagens a pente-fino

24 mai, 17:16
Tráfico de diamantes leva PJ Militar a passar bagagens a pente-fino (Fotografia de PJ Militar)

Segundo a PJ Militar, “nenhum ilícito criminal foi apurado nas inspeções aos dois voos de missões militares, que chegaram a território português”

O caso do tráfico de droga, ouro e diamantes a bordo de aviões da ONU em missões de Portugal na República Centro Africana, revelado em novembro passado através da operação Miríade, da PJ, com dois dos 11 arguidos em prisão preventiva, levou a uma maior fiscalização das bagagens dos militares.

No último dia 18, a PJ Militar, com a Autoridade Tributária, inspecionaram a bagagem de 150 militares quando aterraram em Figo Maduro, Lisboa, precisamente no regresso de uma missão da RCA. 

Polícia Judiciária Militar a revistar bagagens dos militares (Fotografia: DR)

No dia seguinte também um avião C-130 foi passado a pente-fino na Base Aérea do Montijo, ao regressar de missão em Moçambique. 

Segundo a PJ Militar, “nenhum ilícito criminal foi apurado nas inspeções aos dois voos de missões militares, que chegaram a território português”.

A Polícia Judiciária executou, a 8 de novembro, 100 mandados de busca e fez 11 detenções, incluindo militares, um advogado, um agente da PSP e um guarda da GNR, no âmbito da Operação Miríade.

Em causa está a investigação a uma rede criminosa com ligações internacionais e que “se dedica a obter proveitos ilícitos através de contrabando de diamantes e ouro, tráfico de estupefacientes, contrafação e passagem de moeda falsa, acessos ilegítimos e burlas informáticas”, com vista ao branqueamento de capitais.

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