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Sondagem: Benfica e Sporting estiveram mal ao não enviar condolências pela morte de Pinto da Costa

8 mar 2025, 08:30
Pinto da Costa

Maioria entende ainda que o ex-presidente do FC Porto contribuiu totalmente ou muito para a credibilização do futebol português

Foi tema durante alguns dias, desde que se soube da morte até ao último momento. Mas Benfica e Sporting decidiram mesmo não enviar condolências ao FC Porto ou à família de Jorge Nuno Pinto da Costa, depois da morte do ex-presidente dos dragões.

De acordo com um sondagem realizada pela Pitagórica para a TVI, CNN Portugal, TSF, JN e O Jogo, 54% dos inquiridos entendem que os dois clubes de Lisboa deviam mesmo ter enviado uma mensagem, em vez de optarem pelo silêncio de dias que só foi quebrado pelo presidente do Sporting, Frederico Varandas, para justificar a opção com a manutenção da coerência e a ausência de uma atitude hipócrita.

À questão "Sporting e Benfica fizeram bem em não enviar condolências após a morte de Pinto da Costa?", 34% entendem que os rivais do FC Porto fizeram bem em tomar em não fazer qualquer nota de condolências, sendo que dentro desses 34% se destacam adeptos de todos os clube com exceção dos azuis e brancos.

Curiosamente, e apesar de uma posição mais musculada da direção do Sporting, são os benfiquistas que aparecem mais concordantes com a decisão dos dois clubes de Lisboa. Dos 122 inquiridos que disseram ser do Benfica, 53% concordam com a posição, sendo que esse número baixa para 42% nos sportinguistas.

Ainda num outro ponto, a maioria dos inquiridos respondeu que Pinto da Costa contribuiu favoravelmente para a credibilização do futebol português. Ao todo, 60% das pessoas entendem que o ex-presidente do FC Porto contribuiu totalmente (12%) ou muito (48%) para a evolução do nosso futebol. Com opinião totalmente negativa aparecem apenas 7% dos inquiridos, que responderam que não contribuiu nada.

Sondagem realizada pela Pitagórica para a TVI, CNN Portugal, TSF, JN e O Jogo, com o objetivo de avaliar a opinião dos portugueses sobre temas relacionados com a atualidade do país. O trabalho de campo decorreu entre os dias 23 e 27 de fevereiro de 2025.

A amostra foi recolhida de forma aleatória junto de eleitores portugueses recenseados e foi devidamente estratificada por género, idade e região. Foram realizadas 615 tentativas de contacto, para alcançarmos 400 entrevistas efetivas, pelo que a taxa de resposta foi de 65,04%. As 400 entrevistas telefónicas recolhidas correspondem a uma margem de erro máxima de +/- 5,0% para um nível de confiança de 95,5%.

A direção técnica do estudo é da responsabilidade de Rita Marques da Silva. A ficha técnica completa, bem como todos os resultados, foram depositados junto da ERC - Entidade Reguladora da Comunicação Social que os disponibilizará para consulta online.

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