«Pode ser que o Di María me mande uma camisola do Messi, eu depois deixo a morada»
O final do Pevidém-Benfica ficou marcado pelas lágrimas de Pedrinho.
Na flash interview da RTP 3, o médio de 33 anos, natural da vila do concelho de Guimarães, não conteve as lágrimas ao falar sobre o sonho realizado.
«Só queria agradecer a todos, porque todos sabem o quanto gosto deste clube, o quanto ele representa para mim. Tive uma carreira que muitos apelidam como fracassada, podia ter ido para outros patamares, mas fui feliz, estou feliz. E isso ninguém me tira. Este jogo foi a cereja no topo do bolo, já me posso retirar feliz», afirmou o jogador após a derrota do clube da sua terra frente ao Benfica (0-2), na 3.ª eliminatória da Taça de Portugal.
«Consegui dormir muito bem, mas durante o dia lembrei-me de muita gente que merecia estar aqui. Do João André, o nosso capitão, do Vítor Hugo, do Emanuel... todos eles que fizeram deste clube um distrital para nacional», afirmou Pedrinho sobre a emoção deste sábado, no final do jogo em Moreira de Cónegos.
«Podia estar aqui horas inifinitas a agredecer a toda a gente que fez com que este momento se concretizasse. São muitos. Para todos eles um grande abraço e o meu obrigado. Já posso acabar a carreira, sou o homem mais feliz do mundo. Só tive pena que o Di María não tivesse vindo, gostava muito de ter concretizado o meu sonho. Mas pode ser que ele me mande uma camisola do Messi. Eu depois deixo a morada, pode ser que ela caia na caixa do correio», concluiu com humor o craque do Pevidém.