Restruturação: líder do combate à corrupção sobe à direção nacional da PJ

2 fev, 19:57
Pedro Fonseca explica novidades no combate à manipulação desportiva

Esta é uma das várias novidades trazidas por uma série de alterações na estrutura diretiva da PJ

Pedro Fonseca, nome de referência do combate à corrupção da Polícia Judiciária, onde fez carreira durante mais de 18 anos, como coordenador, e nos últimos três já como diretor da unidade, assume esta semana o cargo de diretor nacional-adjunto - enquanto número dois da hierarquia da PJ, liderada por Luís Neves. 

Também Afonso Sales, outro coordenador que, tal como Pedro Fonseca, se destacou na liderança de algumas das maiores e mais mediáticas investigações de criminalidade económica da última década, deixa agora a unidade, para liderar o Gabinete de Recuperação de Ativos da PJ. Com a saída de Fonseca para a direção nacional, assume a liderança da unidade de combate à corrupção a coordenadora Perpétua Crispim, também com vasta experiência. 

São algumas das novidades numa série de alterações na estrutura diretiva da PJ - a acompanhar outras que foram promovidas por Luís Neves, e aceites pela ministra da Justiça, mas há outras, de relevo: Pedro Maia, uma das principais figuras da diretoria de Lisboa da PJ, reconhecido pelo mérito numa carreira de investigação na área dos homicídios, de que era até aqui coordenador, passa agora a dirigir o departamento de Setúbal, que cobre toda a margem sul do Tejo - zona marcada pelo crime mais violento. 

No Algarve, a liderança da diretoria fica agora entregue a João Garcia; enquanto em Coimbra e no Porto, como diretores adjuntos, tomam posse Camilo Oliveira e António Torgano, apurou a CNN Portugal.

Nos Açores, Renato Furtado passa a dirigir o departamento local da PJ.

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