Comité Central do PCP reúne-se esta segunda-feira

Agência Lusa , FMC
6 jun, 13:00
PCP defende que o contributo soviético contra Alemanha Nazi não pode ser esquecido

As conclusões da reunião serão apresentadas numa conferência de imprensa por Jerónimo de Sousa, esta terça-feira

O Comité Central do PCP está esta segunda-feira reunido para analisar a situação político-social do país e as tarefas do partido. As conclusões da reunião da direção do partido são apresentadas na terça-feira pelo secretário-geral.

Em comunicado, o partido dá conta de que a reunião da direção comunista começou no domingo e prolonga-se até esta segunda-feira, para “análise da situação política e social e tarefas do partido”.

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, vai apresentar as conclusões da reunião em conferência de imprensa esta terça-feira pelas 11:00 na sede do partido, em Lisboa.

A última reunião da direção comunista realizou-se a 1 de fevereiro, dois dias depois das legislativas de 30 de janeiro, com o intuito de analisar os resultados eleitorais da CDU, os piores de sempre. O PCP perdeu quatro deputados e o grupo parlamentar é agora composto por seis elementos: Jerónimo de Sousa, Paula Santos - que é líder parlamentar -, Alma Rivera, Bruno Dias, João Dias e Diana Ferreira.

Na conferência de imprensa que sucedeu a essa reunião, Jerónimo de Sousa apelou à “dinamização da luta de massas e do esclarecimento, intervenção e mobilização política”.

Nos últimos meses, o PCP tem-se insurgido contra o que o partido considera ser a falta de medidas estruturais por parte do Governo para contrariar a inflação.

O partido também tem sido alvo de críticas dos restantes partidos com assento parlamentar e de elementos da sociedade civil por recusar apontar o dedo à Federação Russa pela invasão da Ucrânia, em 24 de fevereiro. O partido é da opinião que o conflito em território ucraniano resulta de vários anos de ingerência dos Estados Unidos da América e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), e de instigação de um clima conflito com a Rússia.

Por isso, os comunistas condenam todos os intervenientes, de Washington a Moscovo, assim como os sucessivos pacotes de sanções económico-financeiras aprovados pelos Estados-membros da União Europeia desde a eclosão da guerra contra o Presidente russo e vários elementos do Kremlin.

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