Leitura do acórdão decorreu no Tribunal de Vila Nova de Gaia
O ex-vice-presidente da Câmara de Gaia Patrocínio Azevedo, um dos 16 arguidos na Operação Babel relacionada com a alegada viciação de normas e instrução de processos de licenciamento urbanísticos em Gaia, foi condenado a 8 anos e seis meses de prisão e fica proibido de exercer funções autárquicas durante 8 anos.
A leitura do acórdão decorreu no Tribunal de Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, mais de um ano depois do início do julgamento.
Patrocínio Azevedo, que esteve em prisão preventiva durante cerca de 23 meses, estava acusado pelos crimes de corrupção passiva, prevaricação, participação económica em negócio, tráfico de influência, abuso de poderes, branqueamento e recebimento ou oferta indevidos de vantagem.
Tal como Patrocínio Azevedo, o empresário do ramo imobiliário Paulo Malafaia, o fundador do grupo Fortera, Elad Dror, e o advogado João Pedro Lopes, igualmente arguidos no processo, estão acusados pelos mesmos crimes. Malafaia foi condenado a 7 anos de prisão, Dror a 6 anos e Lopes a 7 anos e 9 meses.
