«Meu pai sportinguista tinha Chalana como maior ídolo»

10 ago, 11:55
Álvaro Magalhães: «Partiu o meu irmão, o meu génio Chalanix»

«DRIBLE DA VACA» - Opinião

Há ídolos que não têm somente uma única cor. São unânimes. Transcendem qualquer rivalidade. Ultrapassam fronteiras. Pertencem a tudo e a todos. Fernando Chalana é um deles.

Entre títulos, gols, assistências, dribles, aplausos e alegria de sobra nos pés, há uma frase simbólica que resume na perfeição a dimensão de um indiscutível da história do futebol português.

«Meu pai sportinguista tinha Chalana como maior ídolo», revelou-me um amigo benfiquista, poucos minutos depois da confirmação do adeus de Pequeno Genial. Uma homenagem única, das maiores inimagináveis conquistas.

Não tive o prazer de vê-lo jogar. Brilhar. Triunfar. Inspirar. Desfilar aquele invejável bigode preto. Felizmente, histórias e lembranças não faltam. São eternas. Contadas entre lágrimas e sorrisos neste marcante dia 10 de agosto de 2022.

Como brasileiro radicado em Portugal, arrisco comparar Fernando Chalana com o saudoso Mané Garrincha. A arte da bola na sua verdadeira essência. Podem agora tabelar e chatear os adversários em outro plano.

* Bruno Andrade escreve a sua opinião em Português do Brasil

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