As reações à morte de Artur Albarran: “Aprendi com o Artur a essência jornalística de que sou hoje feita”

15 fev, 22:45

Apresentadores e jornalistas têm recorrido às redes sociais para lembrar o legado de Artur Albarran no panorama audiovisual português. Entre os anónimos, cita-se a frase que celebrizou: "A tragédia, o drama, o horror”

Cristina Ferreira: “Há pessoas que fazem parte da nossa vida”

Uma das primeiras reações veio da Diretora de Entretenimento e Ficção da TVI. Numa história do Instagram, Cristina Ferreira partilhou uma foto de Artur Albarran e a frase “Há pessoas que fazem parte da nossa vida. Só de as vermos na televisão”.

Bárbara Guimarães: “Vais-te embora sem antecipar a notícia”

A colega de Albarran no arranque da TVI não escondeu o desgosto. “Vais-te embora sem avisar, sem antecipar a notícia como sempre me ensinaste a fazer”, escreveu a apresentadora. Na mesma publicação, Sofia Carvalho, que também apresentou noticiários na TVI com Albarran reage com um “Não acredito”.

 

Nuno Santos: “Um homem maior do que a vida”

Nuno Santos, diretor da CNN Portugal, recorreu ao Facebook para recuperar algumas memórias vividas com Artur Albarran. “Ficávamos sempre melhor quando ouvíamos a sua gargalhada absolutamente única e contagiosa”, escreveu. Na homenagem, resume o antigo jornalista como “um homem maior que a vida”.

 

Manuel Luís Goucha: “Jeito único de informar e viver o acontecimento”

O apresentador da TVI recorda momentos particulares que viveu com Albarran: as “férias no México e logo a seguir em Sevilha”. No Instagram, destaca o “jeito único de informar e viver o acontecimento” do antigo jornalista.

 

Carlos Cruz: “Permanente alegria a agarrar a vida”

O antigo apresentador da RTP homenageou Albarran no Instagram, realçando a “sua permanente alegria a agarrar a vida”. “Assim se manterá, tenho a certeza disso, no seu novo destino”, conclui

 

Lurdes Baeta: “Aprendi com o Artur a essência jornalística de que sou hoje feita”

Também Lurdes Baeta, diretora adjunta de informação da TVI, recorda a gargalhada fácil de Albarran. “Aprendi com o Artur a essência jornalística de que sou hoje feita”, escreve a jornalista no Instagram. Numa outra publicação, no Facebook, explica o motivo: "A minha entrada na TVI em 1993, acabada de sair da faculdade, foi como documentarista para o Artur Albarran, para fazer pesquisa para o novíssimo e arrojado programa que tinha o nome dele".

 

Fátima Campos Ferreira: “Marcante e único”

A jornalista da RTP Fátima Campos Ferreira é sintética na homenagem, usando dois adjetivos: “Marcante e único”. No final da publicação no Facebook, deseja que o antigo colega “descanse em paz”.

 

Vera Roquette: “As suas gargalhadas eram fantásticas”

Vera Roquette, mítica apresentadora do programa “Agora Escolha” da RTP, lembra Albarran como um “excelente jornalista”. E, uma vez mais, as gargalhadas surgem em destaque numa publicação do Facebook: “As suas gargalhadas eram fantásticas. Guardo as melhores memórias desses momentos”.

Dina Aguiar: De ti guardarei sempre este sorriso”

A jornalista da RTP Dina Aguiar recuperou uma fotografia antiga para prestar uma homenagem a Artur Albarran. “De ti guardarei sempre este sorriso. Acho que está na memória de todos os que te conheceram. Partires assim tão cedo faz a vida parecer injusta”, escreveu no Instagram.

 

João Soares: “empresário inteligente e audaz”

O socialista João Soares escreveu no Facebook que recebeu a notícia com “profunda tristeza”. “Era seu amigo, e mesmo nos últimos tempos vizinho. Artur Albarran foi um grande jornalista de televisão, e não só.  Também um empresário inteligente e audaz”, escreveu.

 

Celso Filipe: “Deu-me uma ajuda preciosa para que eu me conseguisse safar”

Celso Filipe, diretor-adjunto do Jornal de Negócios, recorda quando conheceu Artur Albarran: em Amã, durante a Guerra do Golfo. “Eu era um imberbe jornalista e ele deu-me uma ajuda preciosa para que eu me conseguisse safar naquele lago de turbarões”. E destacou uma conferência de imprensa do então secretário-geral da ONU, em que o responsável respondeu apenas em português e espanhol, deixando os jornalistas norte-americanos como “baratas tontas”.

 

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