Netflix está a contratar assistente de bordo e oferece até 350 mil euros

18 jan, 11:37
Netflix. OLIVIER DOULIERY/AFP/AFP via Getty Images

Plataforma de streaming procura candidato para um dos seus jatos privados, exigindo "autonomia, discrição e excelentes capacidades de atendimento ao cliente"

A Netflix está a contratar um assistente de bordo para um dos seus jatos privados, oferecendo até 385 mil dólares anuais, cerca de 350 mil euros.

Segundo a oferta de emprego divulgada no site da empresa de streaming, o candidato deve ter “discrição e excelentes capacidades de atendimento ao cliente”, bem como autonomia e motivação.

As capacidades do candidato serão aplicadas num jato “Super Midsize”, com capacidade até nove passageiros, e abrangem a inspeção de equipamentos de emergência antes da descolagem. Adicionalmente, o candidato deverá ser capaz de levantar itens até aos 13,6 kg ao carregar e descarregar a aeronave. A empresa esclarece ainda que a compensação total para estas funções varia, tipicamente, entre os 60 mil dólares anuais (cerca de 55 mil euros ao câmbio atual) e os referidos 385 mil.

O cargo oferecido será sediado em San Jose, Califórnia, nos Estados Unidos, sendo que será necessária disponibilidade para viajar dentro e fora do país. Segundo dados do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, o salário médio de um assistente de bordo é pouco mais de 62 mil dólares anuais (cerca de 57 mil euros), indicou a CNN Internacional.

A plataforma de streaming sofreu com o arranque de 2022, altura em que revelou a sua primeira queda em mais de dez anos no número de novas subscrições, tendo perdido 200 mil assinantes entre janeiro e março. Em contrapartida, no final do ano, a Netflix conseguiu contrariar a tendência de queda nas novas subscrições ao acrescentar 2,4 milhões de assinaturas de julho a setembro de 2022.

São esperados agora novos dados, referentes aos últimos três meses de 2022, que devem ser conhecidos quinta-feira.

Em outubro a gigante do streaming avançou também com um novo modelo de subscrição, mais barato, mas com publicidade (embora este plano ainda não esteja disponível em Portugal), como forma de combater a queda no número de subscrições e à medida que a competição no setor aumenta.

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