Svensson apontou o único golo do jogo e confirmou a liderança do Grupo F para os alemães
Sem grandes alaridos e com a frieza característica, o Dortmund chegou, viu e venceu o Grupo F (sete pontos), após confirmar uma vitória sobre o Ulsan, por 1-0, no terceiro e decisivo jogo da fase de grupos do Mundial de Clubes.
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A discutir o primeiro lugar do grupo com o Fluminense, o conjunto alemão dominou todos os períodos do jogo e raramente permitiu qualquer lance de real perigo à equipa que atua na liga da Coreia do Norte. Ainda assim, o marcador sofreu apenas uma alteração e tudo partiu de uma recuperação em zona subida.
Jobe Bellingham não foi egoísta, viu a aproximação de Daniel Svensson e ofereceu de bandeja o 1-0 ao companheiro de equipa, que rematou de primeira para o fundo da baliza
A partir daqui, o Dortmund tomou ainda mais conta das operações e do outro lado, o adversário resumia-se a tentar impedir um maior conforto dos alemães no marcador. O resultado manteve-se até ao intervalo e o segundo tempo serviu também para Nico Kovac rodar a equipa e refrescar alguns setores.
O espetáculo surgia dentro e fora das quatro linhas, já que um dos membros da equipa técnica do Ulsan protagonizou um momento verdadeiramente caricato e tudo por causa... de um simples «4-3-3». Certamente com algumas dificuldades para comunicar com os jogadores, levantou um quadro branco com os números referentes à tática que pretendia utilizar e acabou por ser «apanhado» pela realização.
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Até final, o jogo não teve grande história e o Dortmund confirmou assim a vitória no Grupo F com sete pontos, mais dois do que o Fluminense, que segue também para os «oitavos» da competição.
A Figura: Daniel Svensson
Não há muito a dizer quanto à importância do lateral sueco neste encontro. Num lance em que subiu até à área do Ulsan, Svensson desmarcou-se de forma perfeita e recebeu a assistência de Jobe Bellingham para o 1-0, que se revelou decisivo.
O Momento: «4-3-3» à descarada...
É certamente um dos momentos mais caricatos deste Mundial de Clubes e tudo por causa de um simples gesto. Decorria a segunda parte do encontro quando um membro da equipa técnica do Ulsan quis dar uma indicação muito clara à equipa, ainda que a forma possa ser (no mínimo) questionável.