Argentino do Chelsea não vai dar mais do que cinco abraços este sábado em Charlotte
O embate entre o Benfica e o Chelsea, dos oitavos de final do Mundial de Clubes, vai assinalar o reencontro de Enzo Fernández com a sua antiga equipa, mas olhando para as mudanças no plantel da equipa da Luz, nos últimos dois anos, o jogador argentino não dará mais do que cinco abraços quando se cruzar com os antigos companheiros, este sábado (21h00), no relvado do Estádio Bank of America, em Charlotte.
Uma oportunidade para termos a noção da autêntica revolução que o plantel do Benfica sofreu entre a temporada de 2022/23 e a de 2024/25, em apenas dois anos. Enzo Fernández vai, com certeza, reconhecer as camisolas, mas vão ser poucas as caras que vai reencontrar. Apenas cinco, nas nossas contas: André Gomes, António Silva, Nico Otamendi, Florentino Luís e Fredrik Aursnes.
A estes cinco podemos ainda juntar os nomes de Andreas Schjelderup, que chegou uns dias antes da saída de Enzo, além de outros jogadores que ainda fazem parte do atual plantel de Bruno Lage, mas que não estão nos Estados Unidos, como são os casos de Alexander Bah, a recuperar de lesão, Samuel Soares, que esteve no Euro Sub-21, e ainda de Casper Tengstedt (Verona/Itália) e Henrique Araújo (Arouca) que, na última temporada estiveram emprestados.
Do plantel de 2022/23, além de Enzo Fernández (Chelsea), saíram mais 28 jogadores nos últimos dois anos, como foram os casos mais mediáticos de Vlachodimos (Nottingham Forest/Newcastle), Grimaldo (Bayer Leverkusen), Morato (Nottingham Forest), Gilberto (Bahia), Weigl (B. Mönchengladbach), João Mário (Besiktas), João Neves (PSG), David Neres (Nápoles), Gonçalo Ramos (PSG), Gonçalo Guedes (Villarreal/Wolverhampton) e Rafa Silva (Besiktas). Outros acabaram mesmo a carreira, como André Almeida e Jan Vertonghen.
