CRÓNICA EUA 2-0 AUSTRÁLIA || O jogo não teve grande história, em parte porque os EUA controlaram a partida quase na totalidade. São um caso sério para o resto do torneio
EUA e Austrália entraram em campo esta sexta-feira em Seattle com a garantia de que uma vitória praticamente lhes daria o bilhete para os oitavos de final e de que, em caso de derrota, o apuramento para os 16 avos de final não era colocado em causa.
Sem Pulisic do lado americano e Irankunda nos socceroos, foram os americanos os primeiros a criar perigo e fizeram o golo logo aos 11 minutos. Uma grande arrancada de Balogun terminou com um cruzamento rasteiro para a área. Nem foi preciso Pepi ou outro jogador americano encostar, o central Cameron Burgess fez de avançado e marcou na própria baliza.
A resposta australiana surgiu logo após por Matthew Leckie, mas o remate com a parte exterior do pé saiu por cima. Pouco depois, Weston McKennie teve o golo na cabeça, mas a bola esbarrou num defesa australiano.
Até ao final da primeira parte, a Austrália teve muitas dificuldades para passar o meio-campo e os EUA fizeram o segundo por Alex Freeman. O defesa americano cabeceou para o fundo das redes após um remate de Sergiño Dest ter sido intercetado, enganando o guarda-redes australiano Patrick Beach. Foi necessária a intervenção do VAR para validar o golo
Com Robert F. Kennedy, secretário da Saúde americano, nas bancadas, os EUA entraram para o segundo tempo já vacinados contra as tentativas australianas de tentar recuperar no marcador. A melhor chance para a Austrália reduzir surgiu aos 86 minutos, mas Souttar não conseguiu marcar à boca da baliza.
Os americanos não jogaram tão bem como na primeira partida, mas desengane-se quem pensa que aqueles rapazes não têm muito soccer nas pernas.
A vitória deixa os EUA confortavelmente na liderança do grupo D, com mais três pontos que a Austrália. Turquia e Paraguai defrontam-se mais logo, num encontro crucial para as aspirações das duas seleções.
