«Hey, Jude, welcome back»
Com a qualificação garantida, Inglaterra precisava de vencer para terminar no primeiro lugar do Grupo L e não depender do resultado do Croácia-Gana. A formação orientada por Thomas Tuchel, naturalmente favorita, estava pressionada a vencer, mas a primeira parte não foi fácil para os ingleses.
RECORDE A HISTÓRIA DO ENCONTRO.
Com cinco alterações relativamente ao jogo frente ao Gana de Carlos Queiroz, Inglaterra mostrou algumas dificuldades em ferir a baliza de Mosquera. É certo que a formação dos Três Leões tinha mais bola e mais remates, mas - pelo menos nos primeiros 20 minutos - não criou uma verdadeira oportunidade de golo. Tuchel não gostava do que via e ia pedindo mais intensidade aos seus jogadores.
O bloco compacto do Panamá, assente num 5x4x1, criou muitas dificuldades aos ingleses, que procuravam a virtuosidade de Saka e Rashford nas alas para criar perigo. Depois da pausa para hidratação, Inglaterra começou a concluir mais jogadas, mas continuava a pecar na finalização.
Tal como se costuma dizer, quem não marca sofre. Neste caso, Tuchel tem de agradecer a Pickford por manter o nulo no marcador. Aos 27 minutos, Rodriguez ganhou a profundidade à defesa inglesa e rematou forte, mas o guardião do Everton desviou para canto.
Aos 39 minutos, por fim, chegou a primeira grande oportunidade de golo de Inglaterra. Rashford surgiu solto de marcação no segundo poste, mas o remate de cabeça saiu a poucos centímetros da baliza. Muita parra e pouca uva da formação inglesa…
A alguns quilómetros de distância chegava um aviso alarmante: a Croácia estava a vencer o Gana por 1-0 ao intervalo, resultado que atirava Inglaterra para o segundo lugar do Grupo L.
Na segunda parte, a toada do jogo manteve-se. A única diferença relativamente aos primeiros 45 minutos é que os ingleses afinaram a pontaria.
Na sequência de um canto batido por Saka, Bellingham surgiu na zona de penálti e encostou para o 1-0. Ao fim de 62 minutos, estava desfeita a muralha do Panamá. Cinco minutos depois, o médio do Real Madrid voltou a estar em evidência, trabalhou muito bem na ala esquerda e assistiu Harry Kane, que na cara do golo não perdoa.
Hey, Jude 👋
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Bellingham desbloqueia o marcador para a Inglaterra! 🏴#sporttvportugal #MUNDIALnaSPORTTV #MundialFIFA2026 #Panama #Inglaterra #betano pic.twitter.com/Wd3qCBMc4J
Com uma vantagem de 2-0, Inglaterra procurou controlar a partida. Mas o Panamá tinha uma palavra a dizer. Com algumas oportunidades de reduzir a desvantagem, tendo tido inclusive um golo anulado por fora de jogo, a equipa orientada por Thomas Christiansen Tarín encontrou um Jordan Pickford seguro entre os postes.
Bellingham bailou e Kane finalizou 🎯#sporttvportugal #MUNDIALnaSPORTTV #MundialFIFA2026 #Panama #Inglaterra #betano pic.twitter.com/oM894xXwYd
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Desta feita, a formação dos Três Leões vence o Grupo L, com sete pontos, e aguarda por adversário nos 16 avos de final. O Panamá, por sua vez, diz adeus ao Mundial 2026 com zero pontos em três jogos.
A Figura: Jude Bellingham
Jude Bellingham apareceu nos momentos decisivos da partida. Desfez o empate, com um belo golo de primeira, e assistiu Harry Kane para o 2-0. Grande jogo do médio do Real Madrid, que se mostrou fundamental para a vitória inglesa. É caso para dizer: «hey, Jude, welcome back».
O Momento: defesa de Pickford aos 27 minutos
Numa altura em que a Inglaterra não conseguiu criar perigo junto da baliza de Mosquera, Pickford foi decisivo para manter a igualdade no marcador. Rodriguez apareceu na cara do guarda-redes do Everton, que respondeu com uma grande defesa. Momento decisivo da partida.
