Miguel Oliveira: «Temos de estar todos alinhados sobre o ponto fraco da mota»

17 ago, 15:42
Miguel Oliveira nos treinos da Tailândia (FOTO: Fazry Ismail/EPA)

Piloto português da Yamaha deixa o aviso após ter sido 17.º na Áustria

Miguel Oliveira (Yamaha) admitiu ter sofrido «mais do que na corrida de sábado» no Grande Prémio da Áustria de MotoGP, realizado este domingo e que concluiu na 17.ª posição.

«Sabíamos que ia ser uma corrida difícil. Percebi no aquecimento que, com o pneu médio traseiro, íamos sofrer mais do que ontem [no sábado]. No arranque, fiquei a "patinar", fiquei logo muito para trás. Tentei gerir os pneus, mas gastei-os na mesma, já não tinha pneus a meio da corrida», explicou Miguel Oliveira, à Sport TV.

As quatro Yamaha terminaram nas últimas quatro posições do Grande Prémio da Áustria, com o português a ser o penúltimo classificado, atrás das duas oficiais, mas à frente do seu companheiro de equipa na Pramac, o australiano Jack Miller.

«Temos de estar todos alinhados sobre o ponto fraco da mota. Acredito que a Yamaha e os engenheiros, pela diferença que faz o Fábio [Quartararo], pensem que ela precisa de mais tração para sair das curvas, mas, na minha opinião, é preciso também à entrada da curva», disse o português.

Para o próximo fim de semana, na Hungria, «um circuito novo para todos», Miguel Oliveira acredita que a sua prestação «pode ser melhor», mas deixa alguns avisos: «Uma das prioridades passa por conseguirmos ter a nossa relação de caixa e as mudanças no sítio certo logo desde o início, o que não vai ser fácil. É um circuito muito lento, com pouca fluidez».

O Falcão é 25.º na geral de pilotos, com seis pontos. No topo da lista surge Marc Márquez (Ducati), com 418, ele que, este domingo, venceu na Áustria pela primeira vez na carreira.

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