Comunicado aborda «entrada indevida de dois veículos não autorizados» e garante que nenhum era pertencente à GNR
Esta sexta-feira de Rali de Portugal ficou marcada por um momento pouco usual. O troço Arganil 2 foi cancelado na sequência da entrada de dois veículos, um deles de reboque (o que apareceu na frente do piloto Elfyn Evans durante a classificativa) e outro um automóvel que era dado como pertencente à GNR.
A comissão organizadora do Rali de Portugal reagiu, através de uma nota informativa enviada à comunicação social, afirmando, em comunicado, que se trataram de dois «veículos não autorizados», garantindo ainda que nenhum deles pertencia à GNR.
«O troço de Arganil 2 teve início hoje às 12h30, perante milhares de espectadores que acompanhavam com entusiasmo a prova. Apesar de todo o dispositivo de segurança se encontrar plenamente operacional, verificou-se a entrada indevida de dois veículos não autorizados no percurso, veículos esses incorretamente identificados em alguns meios de comunicação como pertencendo à GNR», pode ler-se na nota.
«Esta situação, cujas circunstâncias se encontram a ser apuradas, levou à interrupção do troço por decisão da organização, uma vez que a segurança de todos os envolvidos no WRC Vodafone Rally de Portugal constitui prioridade máxima», conclui a comissão organizadora.
Deste modo, a especial foi cancelada, sendo que a direção de corrida atribuiu tempos tanto aos pilotos que estavam em prova no momento da bandeira vermelha como aos que não chegaram a partir.
