Escuderia garante que «não houve a intenção de ganhar vantagem» com alterações nos carros
As desclassificações de Lewis Hamilton e de Charles Leclerc do Grande Prémio da China de Fórmula 1, decretadas após a corrida, levaram a Ferrari a «aprender com o que aconteceu e garantir que estes erros não se voltam a repetir», assegurou a escuderia italiana, em comunicado, no qual garante: «Não houve a intenção de ganhar qualquer vantagem».
Os castigos aplicados aos dois pilotos deveram-se a motivos diferentes. Hamilton, que terminou a corrida no sexto lugar, foi penalizado pela instalação de uma placa de proteção no fundo do seu monolugar, que apresentava uma espessura 0,5 milímetros inferior ao mínimo permitido. «Julgámos mal o desgaste ao longo da corrida por uma margem mínima», lamenta a Ferrari.
Já Charles Leclerc, que foi quinto classificado em Xangai, foi desqualificado pelo peso do seu carro, que ficou um quilograma abaixo do mínimo permitido (799, o mínimo é 800). «O Charles estava numa estratégia de apenas uma paragem este fim de semana, o que significa que o desgaste dos seus pneus foi muito elevado, o que provocou que ficasse abaixo do peso mínimo», explicou a equipa italiana.
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— Scuderia Ferrari HP (@ScuderiaFerrari) March 23, 2025
De recordar que também Pierre Gasly (Alpine) foi desclassificado do Grande Prémio da China por o seu monolugar ter concluído a corrida com um peso abaixo do mínimo exigido pelos regulamentos.
Em Xangai, a McLaren foi dominadora, tendo garantido os dois primeiros lugares do pódio, por Oscar Piastri, o vencedor da prova, e Lando Norris. George Russell (Mercedes) terminou na terceira posição, à frente do tetracampeão mundial, Max Verstappen (Red Bull).