Grandes Prémios do Bahrain e da Arábia Saudita podem estar em causa
O calendário da Fórmula 1 de 2026 pode estar em risco de ser reduzido de 24 para 22 corridas. Dado o recente conflito no Médio Oriente, os Grandes Prémios (GP) do Bahrain e da Arábia Saudita podem, assim, estar em risco.
A temporada já arrancou e há muitas mudanças. Confira aqui tudo o que precisa de saber sobre a F1 edição 2026.
Dada a impossibilidade de realizar esses circuitos, houve alguma especulação de alguns GP que podiam surgir como opções para substituir. Imola (Itália) e até Portimão (Portugal) foram os circuitos mais falados para entrarem já na temporada de 2026.
Porém, informações recentemente avançadas pela Sky Sports adiantam que, em caso dos GP do Bahrain e da Arábia Saudita não se realizarem, o mais provável será que as etapas não sejam substituídas. De acordo com o canal inglês, a decisão da F1 passará por reduzir o calendário de 24 para 22 corridas.
O principal motivo deverá prender-se no escasso tempo para os respetivos Grandes Prémios - Bahrein nos dias 10 e 12 de abril e Arábia Saudita em 17 e 19 de abril. Assim, dado o pouco tempo disponível para organizar um GP noutro local, a não substituição poderá ser o cenário provável.
Isso levaria a um espaço de cinco semanas sem corridas na F1. O Bahrain é a quarta etapa e a Arábia Saudita a quinta. Deste modo, não haverá competição entre a terceira etapa no Japão, de 27 a 29 de março, e o Grande Prêmio de Miami de 1 a 3 de maio.
Apesar deste cenário ainda sem certezas, a Fórmula 1 pretende não tomar já uma decisão. A organização garante, ainda, que a segurança de todos será sempre o mais importante.
«Primeiramente, a nossa abordagem é a segurança de todos os envolvidos, pessoas e do próprio promotor. Não queremos fazer nenhuma declaração hoje porque as coisas estão a evoluir e ainda temos tempo para tomar a decisão certa. Essa decisão será tomada em conjunto. Até agora, queremos manter a calma e garantir que temos o momento certo para tomar a decisão certa – como fizemos no passado», referiu o presidente da F1, Stefano Domenicali, à Sky Sports.