Ruth Chepngetich admitiu ter tomado medicamentos sem verificar se continham substâncias proibidas
Uma imprudência valeu à detentora do recorde mundial da maratona feminina, a queniana Ruth Chepngetich, uma suspensão de três anos, aplicada pela Unidade de Integridade do Atletismo (AIU), pela violação das regras antidopagem.
«A AIU suspendeu Ruth Chepngetich por três anos, a partir de 19 de abril de 2025, pela presença e uso de uma substância proibida», referiu o organismo em comunicado.
O caso remonta a março deste ano, quando um controlo antidoping detetou o recurso a um diurético proibido e a um agente mascarante por parte da atleta.
De acordo com a AIU, Chepngetich inicialmente não conseguiu explicar o teste positivo, mas, em «31 de julho, alterou a sua versão, recordando-se de ter adoecido dois dias antes do controlo», o que a levou a tomar «medicamentos pertencentes à sua empregada doméstica, sem verificar se continham substâncias proibidas».
The AIU has banned Ruth Chepng’etich (Kenya) for 3 years from 19 April 2025 for the Presence/Use of a Prohibited Substance (Hydrochlorothiazide). DQ results from 14 March 2025.
— Athletics Integrity Unit (@aiu_athletics) October 23, 2025
Details here: https://t.co/RcCvVdqd59https://t.co/xMfjO7gxJshttps://t.co/juFqZJbebz pic.twitter.com/GxHB7RVUIS
O castigo inicial aplicado a campeã mundial da maratona foi de quatro anos de suspensão, mas a pena acabou reduzida em um ano pelo facto de a atleta, de 31 anos, ter admitido a infração.
A AIU informou ainda que todas as conquistas e recordes, entre os quais a melhor marca mundial da maratona (2:09.56 horas), obtidos por Chepngetich antes da recolha da amostra, em 14 de março, serão mantidos.
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