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Sismo de 7,4 no Japão com alerta de tsunami

20 abr, 09:13
Sismo Japão

 
Big aftershocks may occur in the following days and weeks, an official from Japan's Meteorological Agency (JMA) said at a 
separate televised press conference. Ships sailed out of Hachinohe port in Hokkaido in anticipation of the waves, footage aired on NHK showed, as a 'Tsunami! Evacuate!' alert flashed across the screen. A 3-metre tsunami could cause damage to low-lying areas, flooding buildings, and anybody exposed would be caught in its currents, according to JMA.
  
The quake measured an 'upper 5' on Japan's seismic intensity scale -- strong enough to make it difficult for people to move 
around and cause unreinforced concrete-block walls to collapse. The tremor had an epicentre in the Pacific Ocean and was 10 km deep, JMA said.
 
Located in the "Ring of Fire" of volcanoes and oceanic trenches partly encircling the Pacific Basin, Japan is one of 
the world's most earthquake-prone countries, with a tremor occurring at least every five minutes.
 
It accounts for about 20% of the world's earthquakes of magnitude 6.0 or more, such as the 2011 disaster that caused 
nuclear meltdowns at a Fukushima power plant. 


There are no nuclear power plants currently in operation in the affected areas and Hokkaido Electric Power Co and Tohoku Electric Power Co said there were no abnormalities reported at their idled facilities there.
 

Terramoto ocorreu no Oceano Pacífico

Um sismo de 7,4 em Miyako, no Japão, gerou um alerta de tsunami esta segunda-feira. De acordo com o USGS, o sismo foi sentido às 8:53 (hora de Lisboa) com uma profundidade de 10 km.

Citada pela Reuters, a Agência Meteorológica do Japão adianta que o terramoto ocorreu no Oceano Pacífico, com epicentro localizado ao largo da costa e a uma profundidade de cerca de 10 quilómetros, tendo sido emitido um alerta de tsunami com possibilidade de ondas até três metros nas zonas de Iwate, Aomori e Hokkaido.

O sismo registou intensidade “upper 5” na escala sísmica japonesa, nível considerado forte, capaz de dificultar a movimentação das pessoas e provocar colapsos de muros de betão não reforçado.

Segundo a agência Kyodo, as operações do Shinkansen (comboio-bala) entre Tóquio e Aomori foram suspensas. As autoridades estão a avaliar a situação e a segurança das infraestruturas ferroviárias.

Às 9:32 (hora de Lisboa) foi registada uma réplica de 5,6 com uma profundidade 24,5 quilómetros.

A primeira-ministra Sanae Takaichi afirmou que o governo criou uma equipa de emergência e instou os cidadãos nas áreas afetadas a evacuarem para locais seguros.

“Estão agora a ser avaliados possíveis danos e vítimas”, disse Takaichi aos jornalistas no seu gabinete em Tóquio, citada pela Reuters.

Onda de 80 centímetros atinge porto

Segundo a Agência Meteorológica Japonesa (JMA), uma onda de tsunami de 80 centímetros atingiu, às 17:34 (09:34 em Lisboa), um porto de Kuji, na prefeitura de Iwate, dois minutos após uma primeira vaga de 70 centímetros e 41 minutos depois do sismo.

"Por favor, saiam imediatamente das zonas" assinaladas, pediu a primeira-ministra, Sanae Takaichi, numa mensagem em vídeo divulgada pela televisão NHK.

A JMA alertou que são de esperar danos causados pelas ondas do tsunami.

"Abandonem imediatamente as regiões costeiras e as zonas ribeirinhas para um local mais seguro, como um terreno elevado ou um edifício de evacuação", declarou a agência.

"Prevê-se que as ondas do maremoto atinjam a costa repetidamente. Não abandonem os locais seguros enquanto o alerta não for levantado", acrescentou.

As autoridades alertaram que ondas superiores às já observadas poderão atingir a costa japonesa.

O centro de avisos de Honolulu alertou para a possibilidade de ondas de tsunami atingirem países e territórios como Rússia, Coreia do Norte, Guam, Ilhas Marshall, Marinas do Norte e Filipinas.

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