Em Bruxelas, após a reunião do Ecofin, ministro das Finanças vincou que o Governo mantém "o compromisso de manter o equilíbrio das contas públicas e continuar a reduzir a dívida pública"
O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, afastou esta terça-feira a possibilidade de um orçamento retificativo em 2026, embora admita que o “impacto orçamental significativo” das tempestades e do conflito no Médio Oriente pode levar a “reequacionar a questão”.
“Nós não vemos, à data, uma necessidade de um orçamento retificativo, [mas] isso não significa que, mais à frente, se as circunstâncias o impuserem, não se tenha de reequacionar essa questão”, declarou Joaquim Miranda Sarmento.
Em declarações aos jornalistas portugueses em Bruxelas depois da reunião dos ministros das Finanças da União Europeia (Ecofin), o governante vincou que o Governo mantém “o compromisso de manter o equilíbrio das contas públicas e continuar a reduzir a dívida pública”, isto apesar do “impacto orçamental significativo” de fenómenos como as tempestades no país no início do ano e do conflito iniciado por Israel e Estados Unidos e consequente resposta iraniana.