Militares que não denunciaram violação escapam a punição graças a amnistia papal

17 abr 2025, 09:33
Militares

REVISTA DE IMPRENSA || Crime aconteceu em 2022, ano da visita do Papa Francisco a Portugal

Os militares do Exército que receberam vídeos de uma violação cometida por um colega, em 2022, e não denunciaram o crime, não vão ser alvo de punição disciplinar porque o crime aconteceu em 2022, ano da visita do Papa Francisco a Portugal.

De acordo com o Jornal de Notícias, o Exército reconhece que houve infração disciplinar por não comunicarem os factos, mas que esta ficou amnistiada ao abrigo da Lei n.º 38-A/2023, decretada por ocasião da visita do Papa Francisco à Jornada Mundial da Juventude.

A violação, ocorrida em abril de 2022, foi filmada e partilhada por Jorge L., primeiro-cabo do Exército, num grupo privado de WhatsApp.

O militar foi condenado a sete anos de prisão.

Crime e Justiça

Mais Crime e Justiça