Número de imigrantes a trabalhar em Portugal mais que duplicou

7 jun, 08:19
Agricultura (LUSA)

REVISTA DE IMPRENSA || Presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal defende regime transitório para migrantes

O presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, João Vieira Lopes diz que o mecanismo de manifestação de interesse de imigrantes revogado pelo Governo, deveria antes passar por um regime transitório.

As declarações surgem no aproximar do verão em que os restaurantes, hotéis e agricultura têm necessidade de contratar mais mão de obra.

Em declarações ao jornal Expresso, Vieira Lopes teme que haja falta de recursos humanos nestes setores, por os consulados "ainda não estarem preparados para dar resposta às necessidades das empresas" e, por isso, defende um regime em que as empresas possam continuar a realizar contratações, até que os consulados consigam agilizar os processos.

Os relatórios dizem que o número de imigrantes a trabalhar em Portugal mais que duplicou, sendo que só em agricultura e pesca o peso da mão de obra estrangeira é de 41%, restauração e hotelaria de 31% e construção cerca de 23%.
 

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