"A vacina provou ser a arma mais eficaz no combate à pandemia. Mas esta guerra ainda não acabou"

25 dez 2021, 21:11

No final da sua mensagem de Natal, António Costa disse que, enquanto primeiro-ministro e por estar em “período eleitoral”, tem “um especial dever de ser contido”

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Naquela que é a sétima mensagem de Natal de António Costa enquanto primeiro-ministro, o foco deste ano esteve na ainda sem fim luta contra a pandemia, no papel de cada um dos portugueses e no impacto não só na saúde, como também na educação e na economia que o novo coronavírus tem tido - “apesar de o emprego já ter recuperado plenamente” e de Portugal ter retomado “um crescimento robusto”, garantiu.

Para além dos apelos, António Costa reforçou não só o papel dos portugueses, mas também dos profissionais de saúde e do Serviço Nacional de Saúde (SNS) nestes meses de pandemia.

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Mas sei, todos sabemos, que difícil, verdadeiramente difícil é a dor de quem sofre a perda de um ente querido ou as provações de quem está doente, tantas vezes carecendo de internamento hospitalar. São estas dores e estas provações que nenhum de nós quer sofrer e todos desejamos que os que nos são mais queridos nunca sofram”, disse António Costa.

Na mensagem de Natal deste ano, o primeiro-ministro António Costa alertou ainda para o impacto do surgimento de novas variantes e para a importância de manter toda a confiança na vacinação, que classificou como "a arma mais eficaz no combate à pandemia".

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A vacina provou ser a arma mais eficaz no combate à pandemia. Foi uma extraordinária vitória da ciência, mas esta guerra ainda não acabou”, lamentou.

Nestes quase dois anos de pandemia, “todos nós aprendemos que cada um de nós só se protege, protegendo os outros. E é este espírito fraterno e solidário que tem reforçado o nosso sentido de comunidade e nunca será demais agradecer o extraordinário civismo dos portugueses na adoção das medidas de segurança ou na adoção em massa da vacinação", frisou. 

António Costa disse ainda que é necessário reforçar a vacinação “à escala global e também em Portugal”.

No final da sua mensagem de Natal, António Costa disse que, enquanto primeiro-ministro e por estar em “período eleitoral”, tem “um especial dever de ser contido”.

"Por isso, concentro-me muito mais nos preocupa e a todos nos une: o combate à pandemia”, finalizou.

 

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