Concurso para atrair médicos para o SNS pode ficar com mais de 400 vagas por preencher

22 jun, 07:45
O estudo português indica que 34% dos médicos obstetras-ginecologistas dedicam 30% do seu tempo ao serviço de urgência e 48% dedicam 75% do seu tempo no hospital ao serviço de urgência (Pexels)

REVISTA DE IMPRENSA Ordem dos Médicos e sindicatos afirmam que medidas anunciadas pela ministra são “pouco credíveis” e não passam de “propaganda”

O concurso para contratar médicos recém-especialistas para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) pode ficar com mais de 400 vagas por preencher, avança o Jornal de Notícias esta quarta-feira.

O diário noticia que apenas 1220 terminaram a sua formação, um número inferior ao das 1636 vagas anunciadas, e que nem todos irão ficar no SNS.

Esta medida, anunciada pela ministra Marta Temido na passada semana, faz parte de um pacote onde se inclui também a contratação e formação de profissionais no estrangeiro, medidas que os sindicatos e a Ordem do Médicos referem ser, em declarações à publicação, “pouco credíveis” e “propaganda”.

O presidente da Federação Nacional dos Médicos, Noel Carrilho, refere ao jornal que a estratégia de abrir mais vagas do que os candidatos “é um formato ultrapassado” e que “não funciona”. “Esta ministra só tem conseguido mobilizar os médicos para fora do país, mas estamos curiosos para saber que mercado pretende explorar”, diz Carrilho.

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