REVISTA DE IMPRENSA | O plano de emergência previa a cobertura de cerca de 360 mil utentes já em 2025 através das USF-C, mas esse número foi agora significativamente reduzido
O Governo reviu em baixa o objetivo de alargar o acesso a médico de família com recurso ao setor privado e social, ajustando a meta para garantir resposta a mais 60 mil utentes até 2029, segundo o Público.
Os centros de saúde geridos por entidades privadas ou do setor social, as chamadas USF-C, continuam atrasados, e as convenções com médicos especialistas em medicina geral e familiar ainda não avançaram. Apesar disso, o Executivo mantém a aposta neste modelo, embora com objetivos menos ambiciosos do que os inicialmente definidos.
O plano de emergência previa a cobertura de cerca de 360 mil utentes já em 2025 através das USF-C, mas esse número foi agora significativamente reduzido. A nova orientação surge na proposta de lei das Grandes Opções para 2025-2029, entregue pelo Governo no Parlamento no final de abril e que baixou entretanto à comissão competente.
De acordo com o documento, o objetivo do Governo passa agora por “contribuir para o aumento do acesso a médico de família, garantindo, através da celebração de convenções em MGF [medicina geral e familiar] e da abertura de USF-C, médico de família a mais 60.000 utentes até 2029”.
