Clube inglês acelera negociações para substituir Ederson. Diogo Costa é alvo prioritário e poderá render valor histórico ao FC Porto
Com Ederson cada vez mais perto de rumar ao Galatasaray, o Manchester City está à procura de um substituto à altura para o lugar do guarda-redes. O nome escolhido parece ser o de Diogo Costa. Sabe o Maisfutebol, do mesmo grupo da CNN Portugal, que a equipa inglesa fez uma abordagem concreta ao FC Porto e prepara-se para formalizar uma proposta na ordem dos 60 milhões de euros pelo internacional português.
O interesse dos “citizens” não é novo, mas ganhou intensidade nos últimos dias com o cenário cada vez mais provável da saída de Ederson, peça-chave nas conquistas recentes sob o comando de Pep Guardiola. O brasileiro está em negociações avançadas com o Galatasaray, e o Manchester City não quer perder tempo: o clube pretende fechar o negócio com o novo guarda-redes rapidamente, sobretudo perante a possibilidade de concorrência, uma vez que o PSG também poderá entrar na corrida por Diogo Costa caso perca Gianluigi Donnarumma.
A direção desportiva do clube de Manchester, agora com o português Hugo Viana, ex-Sporting, nos quadros, tem acompanhado de perto a evolução de Diogo Costa. Aos 25 anos, o camisola 99 dos dragões é um dos pilares do FC Porto e titular indiscutível da Seleção Nacional. Com contrato até junho de 2027 e protegido por uma cláusula de rescisão de 75 milhões de euros, Diogo Costa poderá mesmo sair do clube da Invicta por um valor ligeiramente abaixo, embora com componentes variáveis incluídas no negócio.
Durante o embarque da equipa portista para o estágio de pré-temporada na Áustria, o guarda-redes foi confrontado com a hipótese de saída. Entre sorrisos e fotografias com adeptos, respondeu de forma enigmática: “Não vá por aí”. Uma frase curta, mas que alimenta ainda mais as especulações num verão que promete ser quente para os lados do Dragão.
A saída de Diogo Costa representaria uma das transferências mais lucrativas da história do FC Porto, num momento em que o clube precisa de receitas significativas para equilibrar as suas contas. Internamente, os dragões não fecham a porta à venda do guardião, mas pretendem tirar o máximo possível do negócio, cientes do valor de mercado e do prestígio internacional do jogador.