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"Portugal é um país muito seguro": Luís Neves critica quem quer instalar teoria do caos sobre a segurança em Portugal

Agência Lusa , MJC
26 mai, 21:00
Ministro da Administração Interna, Luís Neves (Lusa/ Rodrigo Antunes)
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"Quem não se lembra do que era a criminalidade há 20 anos, há 15, há 10 anos? Hoje as coisas são diferentes para melhor", assegurou o ministro da Administração Interna

O ministro da Administração Interna criticou "quem quer instalar a teoria do caos" sobre a segurança em Portugal, defendendo que o país continua a ser "muito seguro" graças ao trabalho das forças policiais.

"Há alguns que querem instalar a teoria do caos. Tudo é mau. Tudo é terrível. Só criminosos. Os imigrantes são os bandidos. O certo é que Portugal é um país muito seguro", afirmou Luís Neves, durante uma cerimónia de assinatura de protocolos na área da segurança no concelho de Cascais.

O governante considerou que a perceção de insegurança não corresponde à realidade e sublinhou que o país "mudou para melhor" nas últimas décadas em matéria de criminalidade.

"Quem não se lembra do que era a criminalidade há 20 anos, há 15, há 10 anos? Hoje as coisas são diferentes para melhor", assegurou.

Luís Neves defendeu ainda melhores condições para polícias e militares da GNR, lamentando o estado de degradação de algumas instalações.

"Ninguém cria brilho e coesão se tiver instalações onde chove, onde há humidade, onde está frio, onde está calor, onde cheira mal", afirmou, garantindo que o Governo pretende melhorar as condições das forças de segurança, embora reconhecendo que o processo "não se vai resolver nem num ano nem dois".

O ministro da Administração Interna esteve esta tarde no concelho de Cascais, distrito de Lisboa, com o objetivo de conhecer os projetos e o investimento que a autarquia tem previsto para o município.

A visita terminou com uma cerimónia nos Paços do Concelho de Cascais, durante a qual foram assinados seis protocolos de cooperação e memorandos de entendimento, no âmbito da Segurança e Socorro.

Em causa estão protocolos no âmbito da vigilância aérea, de cooperação com o Centro Europeu de Riscos Urbanos, com a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, com os corpos de Bombeiros e com a Associação Humanitária de Segurança e Salvamento Aquático.

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