Época histórica até na Europa, onde a armada lusa e o contingente lusófono quer crescer. E há um leão no plantel
O Pafos conquistou, de forma inédita, a Liga do Chipre, sucedendo ao “todo-poderoso” APOEL, o emblema com mais campeonatos (29). A duas jornadas do término da fase de apuramento de campeão, o Pafos totaliza 78 pontos, sete de vantagem sobre o Aris Limassol – campeão em 2023.
Este emblema conta com os portugueses Pêpê Rodrigues (médio ex-Famalicão e formado no Benfica), Domingos Quina (ex-Vizela e formado no Benfica), Kevin Nhaga (formado no Boavista) e João Correia (ex-Desp. Chaves).
Em simultâneo, o plantel inclui Jajá – avançado ex-Casa Pia – Anderson Silva – avançado ex-V. Guimarães – e com Mateo Tanlongo, jovem argentino de 21 anos, emprestado pelo Sporting. Em 26 encontros, o médio defensivo conseguiu um golo e duas assistências.
De resto, a primeira metade da época do Pafos contou com central Rafael Pontelo – emprestado pelo Sporting e, entretanto, reencaminhado para a Letónia – o médio português Pedro Pelágio – em janeiro emprestado ao Desp. Chaves – e ainda com o avançado Léo Natel (ex-Casa Pia).
Nesta época histórica, o Pafos atingiu os “oitavos” da Liga Conferência, sendo eliminado pelos suecos do Djurgarden – que disputam as meias-finais com o Chelsea.
Numa fase em que compete nas “meias” da Taça cipriota, este emblema, fundado em 2014, sabe que vai disputar a 2.ª pré-eliminatória da Champions.
