Médio do Man City cumpre o último ano de contrato
A cumprir o último ano de contrato, e apesar do desejo de Pep Guardiola em mantê-lo no Manchester City, Bernardo Silva ainda não decidiu que passou vai dar no verão de 2026.
«É o meu último ano o de contrato. Ainda se está para ver o que vai acontecer», afirmou, em declarações à DAZN, o internacional português que assumiu, no nono ano nos citizens, o estatuto de capitão de equipa após a saída de Kevin De Bruyne. «Foi um momento difícil, porque foi num momento em que um amigo estava a sair. Foi quando o Kevin, que era nosso capitão, se ia embora. E portanto, para mim pessoalmente, tive com ele oito anos, foi difícil vê-lo ir embora. E depois acaba por ser um misto das duas coisas que tu disseste, é uma grande honra, porque obviamente, no meu 9.º ano… poder representar, por poder ser a voz da equipa com o treinador e também para fora. E para também tentar ser essa voz de ajuda à malta nova que chega para que se adaptem o mais rápido possível. É uma grande honra mas uma grande responsabilidade tentar criar este ambiente, este misto que é sempre difícil de encontrar, de competitividade dentro da equipa, de ‘eu quero jogar no teu lugar e tu queres jogar no meu lugar’, mas ao mesmo tempo criar este ambiente saudável e de boa energia dentro do balneário. Isso agora é um bocadinho minha responsabilidade e dos outros capitães e isso é uma responsabilidade muito grande. Mas ao mesmo tempo também uma grande honra», reconheceu.
«E depois de tantos anos, claro que também sendo dos mais velhos, chegou a melhor altura de passar toda essa experiência e toda essa informação para ajudar a malta mais nova. Como eu disse, a estar o mais preparado o mais rápido possível para poder lutar por coisas importantes, que é o que é exigido neste clube», acrescentou.
Ainda em conversa com a DAZN, Bernardo aproveitou para falar sobre as ambições de Portugal no próximo Mundial 2026. «Há o sonho de trazermos o primeiro Mundial para Portugal, sabendo que temos grandes rivais pela frente, que é uma tarefa muito complicada. Mas há esse grande sonho que nós sabemos que não pode ser só um sonho. Tem de ser acompanhado com muito trabalho, com muito rigor... vamos fazer o nosso melhor. A única coisa que vamos prometer é que vamos dar tudo de nós, porque mais do que todos os portugueses, nós queremos muito isso. Há sem dúvida esse sonho.»