Montenegro rejeita semanas conturbadas: "O Governo trabalha todos os dias"

Agência Lusa , MSM
12 ago, 13:32
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, presidiu à cerimónia de assinatura de acordo de cooperação com a Santa Casa da Misericórdia e o Hospital de São João da Madeira (Lusa/ José Coelho)
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Primeiro-ministro garante haver "evidência de muitos resultados"

O primeiro-ministro rejeitou esta quarta-feira que as últimas semanas tenham sido conturbadas e afirmou que o Governo “trabalha todos os dias, 24 horas por dia, sete dias por semana”, pedindo uma reflexão à comunicação social sobre as suas prioridades.

Luís Montenegro falava aos jornalistas na marina de Cascais, distrito de Lisboa, depois de ter acompanhado as operações do navio-patrulha oceânico “Setúbal” da Marinha Portuguesa, com o ministro da Defesa, Nuno Melo, e o chefe do Estado-Maior da Armada, o almirante Jorge Nobre de Sousa.

Questionado sobre se a viagem foi conturbada, como têm sido as últimas semanas do Governo, o primeiro-ministro rejeitou a ideia contida na pergunta do jornalista.

“Nem foi conturbada esta viagem, nem foram conturbadas as últimas semanas do Governo. O Governo trabalha todos os dias, 24 horas por dia, sete dias por semana, com evidência de muitos resultados”, enfatizou.

Luís Montenegro acrescentou que o “país se concentra pouco nisso e concentra-se mais, às vezes, em coisas” que “acabam, de alguma maneira, por desfocar o próprio país sobre aquilo que é o mais importante,” pedindo uma reflexão à comunicação social.

“Isso é uma reflexão que eu deixo ao país e, já agora, também à comunicação social. Porque as coisas são todas importantes e eu não estou a retirar nem relevância nem importância do trabalho que é feito, de escrutínio da atividade do Governo e tudo aquilo que possa ser, aos olhos do Governo, menos favorável. Mas é importante dizer ao país que o país não é só isso”, sustentou.

O chefe do Governo enalteceu depois o que diz ser um “País a crescer economicamente muito mais do que o resto da União Europeia”, com “níveis de empregos históricos” e “onde os rendimentos estão a crescer”.

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