Governo anuncia reforço no policiamento na baixa de Lisboa um dia após mulher ser baleada na rua

Agência Lusa , AG
11 ago, 16:29
Elétricos de Lisboa (Jorg Greuel/Stone RF/Getty Images via CNN Newsource)
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Suspeitos são conhecidos por estarem ligados ao tráfico de droga

A PSP e a Polícia Municipal estão a reforçar o policiamento e fiscalização de atividades ilícitas na baixa e outras zonas turísticas de Lisboa, informou esta terça-feira o Ministério da Administração Interna (MAI), após uma mulher ter sido baleada.

“Desde junho que a PSP reforçou a presença e a visibilidade policial na baixa e noutras zonas de elevada concentração turística de Lisboa, designadamente através de elementos do Corpo de Intervenção”, apontou o MAI, em comunicado, garantindo que “este dispositivo será mantido e ajustado em função da avaliação permanente da situação, dos locais, horários e fenómenos criminais identificados”.

Já a Polícia Municipal e os serviços da autarquia competentes vão reforçar “a fiscalização das atividades comerciais ilícitas e irregulares nestas zonas” e “será ainda aprofundada a avaliação da realidade criminal nestas áreas, dos fenómenos associados e da eficácia dos instrumentos atualmente disponíveis para lhes dar resposta”, é referido na mesma nota, sem adiantar mais detalhes quanto a estes reforços.

Uma mulher foi baleada na baixa de Lisboa, na segunda-feira pelas 18:15, e transportada para o Hospital de S. José, adiantou à Lusa fonte policial, acrescentando que os dois suspeitos se colocaram em fuga numa viatura.

A notícia foi avançada pelo Correio da Manhã, que refere que a mulher tem cerca de 40 anos e é de nacionalidade sueca e os suspeitos são conhecidos por estarem ligados ao tráfico de droga.

Segundo o MAI, a investigação está a cargo da Polícia Judiciária.

“Independentemente de se ter tratado de uma situação pontual, o recurso a armas de fogo em plena via pública, numa das zonas de maior concentração de residentes e turistas da cidade, exige uma resposta firme”, salientou o MAI, que assegurou articulação com as forças de segurança e o município “para garantir a segurança de quem vive, trabalha e visita Lisboa”.

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