O político da Carolina do Sul era uma das vozes mais influentes de Washington em matéria de defesa e política externa, além de um importante aliado do presidente norte-americano Donald Trump
O senador republicano norte-americano Lindsey Graham morreu no sábado à noite após uma breve e súbita doença, informou o seu gabinete em comunicado. Tinha 71 anos.
Eleito para o Senado dos EUA em 2002, Graham candidatava-se a um quinto mandato nas eleições intercalares deste Outono. O político da Carolina do Sul era uma das vozes mais influentes de Washington em matéria de defesa e política externa. Graham presidiu também à Comissão de Orçamento do Senado.
Tinha acabado de regressar de Kiev, onde se encontrou com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na sexta-feira. Graham era um forte defensor do apoio dos EUA à Ucrânia. "Putin não vai parar na Ucrânia", disse à BBC em 2023. "Ser fraco na Ucrânia significa perder em Taiwan", afirmou.
Graham chegou a concorrer à nomeação republicana para presidente em 2015 e era um crítico de Trump. Durante o seu primeiro mandato, Graham tornou-se um aliado político próximo de Trump e um dos seus mais fervorosos defensores.
Numa breve publicação na Truh Social, Donald Trump recorda-o como "uma das melhores pessoas" que já conheceu. "Estava sempre a trabalhar e era um verdadeiro patriota americano", disse.
