Luís Pinto: «Respeito muito Mourinho, mas também Bruno Lage»

31 out 2025, 14:48

Treinador do V. Guimarães faz a antevisão ao jogo com o Benfica e aborda derrota em Famalicão, na jornada passada

Na antevisão ao jogo com o Benfica, este sábado, pelas 20h30, Luís Pinto, treinador do V. Guimarães pediu «respeito, humildade e coragem» à própria equipa. Depois da derrota em Famalicão, o técnico quer mudar a corrente e voltar a sorrir:

O que espera do Benfica?

«Esperamos um Benfica com bons jogadores, que é candidato ao título e que, pelo menos nas competições internas, tem conseguido resultados de acordo com as suas perspectivas. Vai estar aqui de forma motivada, a procurar a vitória, como em todos os jogos. Temos de estar focados para jogar com respeito e humildade, mas muita coragem.»

Um enorme respeito por José Mourinho e... Bruno Lage

«Respeito muito o mister José Mourinho, mas também Bruno Lage e não me compete fazer juízos. Esperamos um Benfica com excelentes jogadores que é candidato ao título e que a nível interno tem conseguido obter os resultados que pretende, sendo que vem aqui procurar a vitória. Nós temos de estar preparados para fazer o mesmo, com respeito, humildade e com coragem porque é um jogo de futebol e temos de estar prontos para competir.»

As ilações que a equipa tirou do desaire em Famalicão

«Não olho como uma recaída, mas algo que aconteceu no nosso trajeto que não queríamos que acontecesse, temos de ter a capacidade de entender que foi um golpe duro na nossa forma de estar e que temos de nos levantar, pois saímos mais fortes do que na semana anterior. As ilações são que tivemos uma entrada forte e depois os últimos dez minutos da primeira parte não fomos tão capazes e devíamos ter tido a capacidade de entender que o que fizemos tinha funcionado e precisávamos de baixar um pouco, entender que o adversário estava a ficar por cima. Com essa perceção talvez não tivéssemos sofrido golo e pudéssemos ter saído com outro resultado.»

«Temos uma entrada forte. Depois dessa entrada forte, tivemos os últimos 10 minutos da primeira parte em que não estávamos a ser tão capazes. (…) Se tivéssemos tido essa capacidade, não teríamos sofrido o golo e disporíamos do intervalo para corrigir».

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