Coletivo em alta rotação
A Figura: Luis Suárez
Regressou aos golos na última jornada, sacudiu o «mau olhado» e voltou a faturar pelo segundo jogo consecutivo. A primeira parte foi de muito trabalho junto aos centrais e até contribuiu com uma assistência para o primeiro golo dos leões. No segundo tempo, um lance construído por Pedro Gonçalves resultou no 4-0, apontado pelo melhor marcador da equipa. Teve ainda tempo para assistir Luis Guilherme para a «mão cheia» em Alvalade.
O Momento: «Chapelada» de Bragança
Com o Sporting já em vantagem, o médio leonino voltou a assumir o papel de «goleador», desde que regressou de lesão. Após passe de Morita, ficou na cara de Charles e com toda a calma picou-lhe a bola por cima das luvas e correu para os festejos.
Outros destaques:
Gonçalo Inácio
Ausência nos últimos dois jogos do Sporting, voltou enquanto titular e teve um papel muito importante na construção ofensiva dos leões… até mesmo na finalização. Isto porque bastaram nove minutos para colocar a bola no fundo da baliza de Charles, após um lance coletivo de excelência da turma de Rui Borges. O segundo tempo foi mais tranquilo e acabou por ser substituído por Diomande nos minutos finais do jogo.
Daniel Bragança
Ao lado de Morita, teve o espaço necessário para oferecer à equipa o que melhor sabe. O pé esquerdo que possui é uma arma letal para qualquer adversário, não apenas na questão do passe, mas sobretudo no que consegue fazer em zonas mais avançadas do terreno. Foi desse mesmo pé que saiu a «chapelada» a Charles que resultou no 2-0 para o Sporting.
Maxi Araújo
Esforço, dedicação, devoção e glória. O lema do Sporting não cabe em ninguém mais do que no uruguaio. A entrega em cada lance motiva qualquer equipa e quando a isso se junta a qualidade ofensiva, pedir mais é um pouco difícil. Em cima do intervalo, Maxi Araújo trocou as voltas a um adversário e atirou para o fundo da baliza, num lance que ainda teve de ser revisto pelo VAR.
Miguel Nogueira
No geral, a equipa do V. Guimarães apresentou-se desinibida e com vontade de ter bola. Mas se olharmos para o individual, Miguel Nogueira desempenhou um papel muito importante, sobretudo na primeira parte, com constantes movimentações de fora para dentro no corredor direito e que causaram dores de cabeça a Maxi Araújo. Teve nos pés a melhor ocasião de golo dos vimaranenses, travada apenas pelos reflexos felinos de Rui Silva.
