Rui Borges e os «ataques» às trincheiras: «Não há feridos...»

Diogo Marques , Estádio José Alvalade
16 jan, 23:48

Técnico do Sporting volta a abordar onda de lesionados e o ciclo de jogos complicado até à visita ao Estádio do Dragão para a Liga

Rui Borges, treinador do Sporting, em declarações na conferência de imprensa após o triunfo sobre o Casa Pia, por 3-0, na 18.ª jornada da Liga:

Regressos após lesão e «dormências» no corpo

«As trincheiras não foram atacadas, não há feridos. Fico feliz por sentir a malta a chegar. O Debast mais atrasado porque precisa de tempo, o Mangas já não, sendo que a paragem foi mais curta e quero é que todos recuperem o mais rápido possível. O Pote acredito que possa voltar para o jogo do Arouca, mas o Diomande não sei se estará disponível para a receção ao PSG.»

Ciclo de jogos complicado até à visita ao Estádio do Dragão?

«Do plantel para já, não vai sair ninguém, penso eu. Estou feliz quando tiver todos do meu lado, claramente a equipa fica mais forte com todos. Andamos sempre com adaptações, perdem-se dinâmicas e intensidade, não há muito tempo de treino. A equipa tem dado uma resposta enorme e estou muito feliz por ser líder destes rapazes todos. Pela entrega deles seja onde for e o tempo que for. É tentar recuperar o mais rápido toda a gente para ficarmos mais fortes.»

Daniel Bragança de volta após longa paragem

«Fico feliz pelo Dani, é um capitão que está de volta. Vi-o sempre otimista e resiliente para o que tinha de fazer. Respondeu sempre muito bem à lesão cresceu a todos os níveis. Foi o premiar da semana dele de trabalho. Notou-se que estava mais confiante e mais intenso, foi importante o golo e os 30 minutos que fez, acrescentou muito à equipa, mas isso não surpreende ninguém.»

Exibição de Geny Catamo com um «bis»

«Muito feliz por ter o Geny, estava a ser um jogador muito importante antes de ir para a CAN, estava num momento de forma muito bom. Veio com confiança e vai continuar a ser muito importante. Individualmente os jogadores estão a crescer e é sinal de que o que damos à equipa eles acreditam. Dentro do coletivo vão-se valorizando cada vez mais, têm a confiança do treinador e da equipa técnica para errar.»

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