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Rui Borges antevê dificuldades contra o AVS: «Eles vêm aqui sem nada a perder»

Guilherme Portela , Academia Cristiano Ronaldo, Alcochete
12 dez 2025, 13:23
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Treinador do Sporting garante que o foco está em manter a intensidade e evitar facilitismos após semana exigente de jogos contra Benfica e Bayern

Rui Borges não escondeu o respeito pelo adversário da 14.º jornada, o AVS, destacando as características da equipa e os desafios que o Sporting terá de enfrentar. Em conferência de imprensa, o treinador leonino desvalorizou a posição na classificação e apela ao foco máximo.

Manter o foco diante do AVS

«É uma equipa, acima de tudo, bastante agressiva, intensa, agressiva, com jogadores experientes naquilo que é a Liga. Uma equipa que, a partir de agora, vem aqui sem nada a perder, logo por aí pode vir com maior confiança, pode vir mais descontraída, no sentido positivo, o que dá a palavra no que diz respeito à exigência do jogo para eles. O jogo que eles podem tirar, se for um jogo que tire a partida daquele lado, virá uma equipa completamente tranquila, como eu disse, não tem grande coisa a perder. Tem muito a ganhar. Por isso, é uma equipa que, à segunda jornada, empatou em Braga, e também aquilo que pode acontecer se nós entrarmos num momento de facilitismo. O grande desafio também será um bocadinho esse: a equipa estar completamente focada, depois de uma semana de exigência máxima, com dois jogos, Benfica e Bayern, de alta ou maior dificuldade. Manter a equipa exatamente como é, com a mesma energia, o mesmo foco, o mesmo rigor e com a mesma intensidade para, assim, conseguirmos fazer um grande jogo e ganhar, que é isso que podemos fazer.»

Gestão da intensidade após o Bayern

«Não, penso que não, acredito que não. Estamos a fazer o nosso trabalho da melhor forma possível, como disse antes, com toda a nossa estrutura, para recuperar os jogadores ao máximo e garantir a máxima força. Acima de tudo, olho para eles e sinto-me super motivado. Logo por aí, é sinal de que a energia vai ser bem utilizada. Muitas vezes, o cansaço é mais mental do que físico. Claro que, se a intensidade não for alta desde o início do jogo, podemos sentir isso mais à frente. Por isso, existem substituições, e o treinador tem de tomar essas decisões nos momentos certos, para continuar a dar intensidade à equipa.»

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