Marítimo: regresso ao trabalho ainda sem reforços para nova época

27 jun, 15:32
Marítimo-Boavista (LUSA/Homem de Gouveia)

O regresso ficou marcado pela ausência de Zainadine e Clésio Baúque que estiveram ao serviço da seleção moçambicana

O Marítimo iniciou esta segunda-feira a pré-época de 2022/23, com o primeiro de dois dias dedicados a exames médicos, marcado pela ausência de novos jogadores para reforçar a equipa.

A única equipa madeirense a disputar o escalão mais alto do futebol português realizou no complexo desportivo do clube, em Santo António, a habitual bateria de exames médicos, tendo as provas de resistência acontecido na Universidade da Madeira, num projeto em parceria entre as duas entidades, intitulado de Marítimo Training Lab.

O capitão Edgar Costa falou à comunicação social no regresso ao ativo, tendo garantido que o objetivo passa por «alcançar a melhor classificação possível, fazendo melhor do que na época passada».

Sobre a 10.ª posição, fruto dos 38 pontos somados na temporada transata, o madeirense, que completa a nona época ao serviço dos ‘verde rubros’, admite que «soube a pouco».

«Para quem joga neste clube, o 10.º lugar sabe sempre a pouco. Temos de ambicionar sempre mais. Apesar de termos começado mal, terminámos bem a época passada. Temos um plantel com qualidade», reforçou o atleta de 35 anos.

O regresso da formação madeirense ficou marcado pela ausência de Zainadine e Clésio Baúque, autorizados a chegar mais tarde, por terem estado ao serviço da seleção, estando o regresso dos internacionais moçambicanos previsto para a próxima semana.

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