Boavista recorre para o TAD de castigo de um jogo à porta fechada

4 fev, 16:51
Terceiro dia de treinos da pré-época do Boavista (RJC)

Axadrezados apresentaram uma providência cautelar que terá efeito suspensivo sobre a pena aplicada pelo Conselho de Disciplina da FPF

O Boavista interpôs, esta sexta-feira, uma providência cautelar junto do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) face à punição de um jogo à porta fechada decretada a 4 de janeiro pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF)

Fonte do emblema axadrezado disse à Lusa que o recurso apresentado terá efeito suspensivo sobre a pena aplicada por incumprimento de deveres de organização no jogo contra o Belenenses, em 25 de outubro, acrescida de 2.040 euros de multa. 

Em causa estão infrações ao regulamento da Liga no primeiro ponto do artigo 127.º, alusivo à inobservância de outros deveres, e nos quinto e sexto pontos do artigo 87.º-A, dedicado ao incumprimento de deveres de organização.

«O clube que não instale e mantenha em funcionamento um sistema de videovigilância de acordo com o preceituado nas leis aplicáveis é punido com a sanção de multa entre o mínimo de 50 e o máximo de 100 unidades de conta. Em caso de reincidência no ilícito, para além da sanção prevista, o clube é punido com a sanção de realização de um a dois jogos à porta fechada», lê-se nos quinto e sexto pontos do artigo 87.º-A do regulamento.

Aquando do comunicado do CD da FPF, o Boavista garantiu que ia recorrer por considerar a sanção «excessiva e desproporcionada».

O Boavista-Vizela joga-se no próximo domingo, às 15h30, no Bessa. 

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