«A derrota pesadíssima no último jogo deixa marcas em toda a gente»

25 nov, 17:05
João Pedro Sousa no Boavista-Portimonense (Fernando Veludo/LUSA)
João Pedro Sousa no Boavista-Portimonense (Fernando Veludo/LUSA)

João Pedro Sousa, treinador do Boavista, diz que as sensações da pausa na Liga foram positivas

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O treinador do Boavista, João Pedro Sousa, diz que a equipa aproveitou a pausa na Liga para «refletir, conversa e perceber o que é que cada um pode melhorar e dar mais» ao clube. Na antevisão ao encontro com o Arouca, da 12.ª jornada da I Liga, o técnico dos axadrezados pediu uma resposta convincente, depois da derrota caseira com o Famalicão (2-5).

«Não fugimos à questão, porque a derrota pesadíssima que tivemos no último jogo deixa marcas em toda a gente. Aproveitámos a pausa para refletir, conversar e perceber o que é que cada um pode melhorar e dar mais ao Boavista. Foi isso que tentámos fazer durante estas semanas e era nossa obrigação, para a resposta surgir em campo», afirmou, em conferência de imprensa.

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Sem vitórias nas últimas oito jornadas e com nove golos sofridos nas últimas duas, o Boavista perdeu a invencibilidade no Bessa ante o Famalicão, antes da paragem para os compromissos das seleções. «A resposta que temos de dar é mesmo muito trabalho, de forma a oferecermos outro tipo de alegrias aos adeptos. As sensações desta pausa são positiva. No entanto, falar é fácil e mais difícil é atuar. Temos de dar as respostas no campo», expressou o técnico, privado de vários jogadores nesta altura.

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O norte-americano Reggie Cannon, o uruguaio Rodrigo Abascal e o colombiano Sebastián Pérez estão castigados. Além disso, Tiago Ilori e Miguel Reisinho continuam lesionados. Já Javi García está «clinicamente apto, mas não para competir» e Jackson Porozo já voltou a treinar sem limitações, podendo ser utilizado quase dois meses depois.

«Nem sequer vamos argumentar que nos falta isto ou aquilo. Temos de ir até Arouca com o objetivo de ganhar. Se, porventura, as coisas não correrem bem ao nível do resultado, tudo o resto tem de ser diferente do último jogo. É nossa obrigação», apontou.

Além das ausências registadas, o Boavista teve a saída recente de Marcelo Djaló do plantel, devido a «razões de índole pessoal e familiar» invocadas pelo central, que reduziu as opções de um setor limitado desde o início da época. «Perder um jogador, seja de que setor ou posição for, é sempre complicado para o treinador, além do facto de termos um plantel reduzido. No entanto, foi uma situação que surgiu e o acordo foi total entre atleta, equipa técnica e administração. O Marcelo Djaló seguiu o seu caminho e aproveito para lhe desejar as maiores felicidades», comentou, falando ainda da abordagem ao mercado e da ligação com a direção nesse sentido.

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«Não há afastamento rigorosamente nenhum. Estou diariamente em contacto com o presidente e estamos em sintonia. Dentro deste clube, o presidente é a pessoa que mais trabalha e maior vontade tem em resolver os problemas do Boavista e não tenho dúvidas de que o vai conseguir», finalizou.

O Arouca-Boavista joga-se às 18 horas de sábado.

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