Pavlidis evita calafrios
A figura: Pavlidis, o salvador da noite
Não foi propriamente o jogador que mais tocou na bola durante a partida ou que mais perigo criou, mas quando foi chamado agiu! Da marca dos onze metros, o grego não vacilou e marcou o primeiro golo.
O momento: minuto 60, o penálti
Depois de Ivanovic cair na área, após empurrão de Chernov, o Benfica marcou o golo solitário através de Pavlidis. O grego rematou para o meio, com o pé direito, e viu Renan Ribeiro atirar-se para o lado direito.
Outros destaques
Dahl: não é aquele jogador que os focos de luz e as câmaras sigam, mas é alguém que tem ganho muita maturidade nos últimos tempos. Na primeira parte teve duas oportunidades para marcar e ao longo da partida foi tendo muita iniciativa no que toca à construção ofensiva dos encarnados. Vários pontos a melhorar no que toca à vertente defensiva, mas vai confirmando a escolha de Bruno Lage.
Enzo Barrenechea: tal como todos os outros em campo, não fez um jogo brilhante, mas o papel que tem no meio-campo é visível a quilómetros de distância. Saiu insatisfeito quando foi substituído, aos 87 minutos.
Jovane Cabral: o capitão do Estrela, que já havia defrontado o Benfica com outra camisola, deu tudo de si em campo. Sempre a pegar no encontro e levar os tricolores para o ataque, o cabo-verdiano também esteve em destaque pelos vários duelos intensos com Richard Ríos.
Bernardo Schappo: no segundo jogo pelo Estrela, o central brasileiro apresentou-se em grande. Patrão do setor defensivo durante 90 minutos, foi crucial a segurar o resultado. Ganhou praticamente todos os duelos e tentou soltar várias vezes os colegas na frente.