Di «Magia» no Vale de Arouca
FIGURA: Di María
É costume dizer-se «Velhos são os trapos» e Di María é prova disso. Com recursos e habilidades técnicas para dar e vender, o extremo argentino voltou a estar a alto nível ofensivo e solidário defensivamente. Ao seu estilo, esteve perto do golo aos 20m, caso Mantl não o tivesse negado. Pouco antes de sair, coroou a boa exibição com o golo, através da marca de grande penalidade.
MOMENTO: o golo de grande penalidade de Di María, minuto 71
Ainda que os arouquenses tenham efetuado uma exibição bem conseguida contra o Benfica, as suas aspirações terminaram com o 0-2, da autoria de Di María. Depois do momento infeliz de Fontán no 0-1, Mantl padeceu do mesmo no lance da grande penalidade. Este tento certeiro acabou por colocar um ponto final no destino do encontro.
OUTROS DESTAQUES
Jason: ainda que o ataque arouquense não tenha conseguido marcar, Jason Remeseiro tentou por inúmeras vezes bater Trubin ou lançar os seus colegas para essa missão. O extremo espanhol foi o elemento mais ativo do ataque caseiro e foi quem obrigou o guardião encarnado às defesas mais exigentes da partida.
Trubin: se o Arouca não marcou qualquer golo, muito se deve à exibição do guardião ucraniano. Sempre que foi solicitado, mostrou-se intransponível, a defender remates do ataque adversário ou a afastar com os punhos a bola da sua área.
Tomás Araújo: o central encarnado voltou a exibir-se a um bom nível tanto no controlo defensivo, ao acompanhar Trezza e a impedir investidas adversárias, como também no capítulo da construção de jogo. À maneira curta ou longa, colocou quase sempre a bola onde quis.
David Simão: todo o jogo arouquense passa sempre pelo seu capitão e patrão do meio campo. O camisola cinco dos Lobos de Arouca esteve um pouco por todo o lado, dando sempre tudo o que tinha, destacando-se, como é hábito, pela qualidade de passe.