Rui Borges: «Derrota custa por tudo o que fomos capazes de fazer...»

9 dez 2025, 20:17
Bayern-Sporting (FOTO: Anna Szilagyi/EPA)

Técnico do Sporting analisa derrota diante do Bayern Munique e deixa rasgados elogios à entrega da equipa durante todo o encontro

Rui Borges, em declarações à flash interview da SportTV, após a vitória do Bayern Munique sobre o Sporting por 3-1, na sexta jornada da fase de liga da Champions:

Análise à derrota diante do Bayern Munique

«Sinto um orgulho imenso na equipa. Custa por tudo o que fomos capazes de fazer ao longo do jogo. A personalidade e maturidade que mostrámos, jogar contra uma grande equipa. Sabíamos que tínhamos de andar num bloco mais baixo, reconhecemos a qualidade do adversário. Custa porque saímos daqui com dois golos de bola parada e um que é precedente de falta. Às vezes queixamo-nos tanto dos nossos árbitros em Portugal e talvez sejam dos melhores. De resto, a equipa só me deixa orgulhoso de ver a malta toda ligada e com uma demonstração de coragem fora do normal.»

Sonhou com a vitória após o autogolo de Kimmich?

«Acreditei mesmo, desde o início. Sentia a equipa confortável e bem, mesmo depois do 1-0. Se tivéssemos conseguido aguentar a vantagem durante mais algum tempo talvez começássemos a enervar um pouco o Bayern, íamos conseguir ter mais bola. Eles estavam a cair em termos anímicos e isso podia fazer com que saíssemos mais vezes em transição. Foi pena sofrer o golo cedo de mais. Agora é levantar a cabeça e seguir o nosso caminho. Temos ainda muito para conquistar.»

Ausências para a receção ao PSG?

«Nós vamos ser competitivos em todos os jogos, para mim isso é garantido. Falaram muito das ausências e eu falo é das certezas de quem está no jogo. Mesmo com jogos para a Taça de Portugal ou Taça da Liga, em que poderíamos baixar o nível e entrar em algum relaxe, pela competitividade mais baixa das equipas, demos uma demonstração de ambição enorme, independentemente do adversário. Hoje jogou muita malta que não tem jogado e importa-me frisar que está toda a gente ligada. Temos dois jogos, um em casa e um fora de casa num ambiente difícil. Enquanto treinador são os jogos que menos tenho de os motivar.»

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