Rui Borges: «Não podia pedir mais aos jogadores, fomos competentes»

19 fev 2025, 21:01

«A segunda parte em Alvalade tornou a eliminatória mais difícil»

«Precisamos de ser mais agressivos. Estávamos muito macios»

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Técnico do Sporting reage ao nulo entre Dortmund e Sporting para a segunda mão do play-off da Champions

Rui Borges, em declarações na conferência de imprensa após o nulo frente ao Dortmund, num jogo a contar para a segunda mão do play-off da Liga dos Campeões:

[O que retira da eliminatória frente ao Dortmund?]

«Fica a segunda parte em Alvalade, porque no geral fizemos uma grande primeira parte e a eficácia do Dortmund na segunda parte tornou a eliminatória mais difícil. Com todas as circunstâncias e o que aconteceu hoje, não podia pedir mais aos jogadores. Falhámos alguns passes, mas faz parte da falta de maturidade que a equipa tem em termos coletivos, por serem tão jovens e tomarem certas decisões de forma precipitada.»

«Não temos treino para ganhar hábitos, é difícil. Eles estão habituados a jogar com uma linha de cinco e nem assim fomos assertivos. Há quem diga que o Sporting devia manter a linha de cinco, mas os erros estão lá na mesma. Dentro do que treinámos ou vimos, eles saltaram muitas vezes bem na pressão, mas faltou alguma agressividade. Em muitos momentos estávamos muito macios. A fadiga da equipa (física e mental) leva a esta falta de agressividade. Fomos competentes e acima de tudo competimos com o adversário.»

[Alteração tática para uma linha de cinco e a exibição de Rui Silva?]

«Alteração tática serviu hoje porque em termos estratégicos também ajudava. O Dortmund perdeu os últimos dois jogos do campeonato contra linhas de cinco e tendo em conta a disponibilidade para jogo optámos para ir assim. Não tivemos muito tempo de treino, mas a equipa estava habituada face aos cinco anos a jogar desta forma. É muito subjetivo falarmos de sistema, temos defendido mais vezes a quatro, mas passamos muito tempo do jogo a construir a três.»

«Rui Silva fez o papel dele, defendeu o penálti num lance que não me pereceu penálti, ele toca na bola. Acima de tudo tem maturidade e passa a tranquilidade à equipa que é importante passar nos momentos decisivos.»

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