Rui Borges deixa garantia: «Não assinava o empate, quero sempre ganhar»

8 dez 2025, 20:15

Técnico do Sporting recorda empate em Dortmund com muitos jogadores da equipa B, na última época, e recusa «lamentar-se» pelas lesões

Rui Borges destaca as diferenças do Sporting atualmente face ao Sporting que defrontou o Leipzig na última temporada, precisamente na estreia do técnico para a Champions nos leões. Além disso, garante que não assinava por baixo um empate em Munique:

Assinava por baixo sair de Munique com um ponto?

«Não assinava o empate, quero sempre ganhar. O meu passado e termos sido campeões com muitos miúdos demonstra bem a ambição do treinador. Um grupo não se faz de 11 jogadores, faz-se de 25, 26 ou 27 jogadores. Eu demonstro isso bem porque acredito em todos eles. Independentemente das dificuldades que vamos ter quero ganhar e vou fazer de tudo para ganhar. Posso não conseguir porque não há um que ganhe sempre.»

Lesões afetam expetativa dos adeptos para a visita a Munique

«O ano passado fomos campeões e empatámos em Dortmund com sete jogadores da equipa B. Sofremos, tivemos de sofrer, mas saímos de lá com um empate. Vamos jogar com onze, não me lamento, são jogadores importantes e queria ter toda a gente, claro. Faz parte do futebol, são coisas que não conseguimos controlar porque a maioria é tudo traumático. Não se trata ou não de poder jogar, é um ser humano e temos de minimizar os problemas. Estes jogadores estão sempre à espera de uma oportunidade, mas o João Simões esperou pela oportunidade e cada vez que é chamado tem feito grandes jogos.»

Diferenças na equipa para o jogo de estreia de Rui Borges na Champions, em Leipzig?

«O Sporting está diferente, a ideia de jogo é diferente. Está mais à imagem da nossa equipa técnica, temos uma ideia e dentro dela vamos construindo. Esse crescimento que temos demonstrado ao longo do tempo é notório, para nós pelo menos é. É muito diferente face ao Sporting da época passada. Os jogadores são tão importantes quanto eu, têm grande percentagem de coisas boas, mas quando correm mal também são culpados e têm de chupar o gelado de vez em quando. O crescimento enquanto equipa técnica tem sido muito grande. Treinar o Sporting faz com que pensemos em coisas diferentes do que pensávamos antes. O que nos define é o trabalho e vai-nos definir sempre. Daqui a dez anos vou estar a aprender coisas diferentes de certeza. O desafio da Champions é diferente também.»

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