Nolito, ex-jogador de «Culés» e «águias», fala sobre o encontro da segunda mão da Champions, que acontece esta terça-feira
Nolito, antigo jogador do Barcelona e Benfica, abordou a situação dos dois clubes que se defrontam nos quartos de final da Liga dos Campeões, esta terça-feira.
«Daria pelo menos 25 por cento do que tenho no banco para jogar 80 minutos, não 90, porque é muito. No outro dia estava a ver o jogo em direto no camarote do Estádio da Luz e, sinceramente, são dois clubes de que gosto muito, que me trataram com respeito e que me deram muito na minha carreira. Em Lisboa sinto-me muito amado e em Barcelona também, é uma pena que um dos dois seja eliminado, mas sinceramente não posso comentar essa questão», afirmou o atleta ao programa El Larguero.
Sobre o Benfica, o espanhol recorda as competições que jogou e antigos colegas. «[O Benfica] deu-me a oportunidade de jogar a Champions, o campeonato português, aprendi muito com jogadores magníficos que eram os meus ídolos, como o Aimar e Saviola, por isso para mim é um privilégio», disse.
Relativamente aos jogadores que mais aprecia nas «águias», Nolito refere Álvaro Carreras e Di María. Já do lado dos «culés», destaca Raphinha, Pedri e o guarda-redes Szczęsny. «Pedri deu um recital sobre como jogar futebol. Para mim, tanto o Raphinha como o Pedri estão entre os cinco melhores jogadores da atualidade. O Wojciech Szczęsny, no outro dia, salvou muitos golos em Lisboa, fez duas ou três defesas que, para mim, bem... talvez se o Benfica marcar lá as coisas mudem», referiu.
Quando questionado sobre o facto de Szczęsny fumar, o antigo avançado respondeu em tom de brincadeira. «Já tive colegas de equipa que fumavam mais do que uma chaminé e depois vinham para o jogo e faziam o que queriam. E tu dizias... O que é que vamos fazer agora? Fumar outro maço», concluiu.
Nolito, de 38 anos, passou por clubes como Barcelona, Benfica, Granada, Manchester City, Sevilha e Celta de Vigo.