Final? Quem gosta, quer repetir…
Costuma-se dizer que quem gosta, quer repetir. O PSG certamente gostou de levantar a «orelhuda» na época passada e em 2026 vai tentar repetir a dose. O sensacional 5-4 na primeira mão permitiu aos visitantes chegarem cedo à vantagem e gerir com (e sem) bola a eliminatória.
Segue-se o Arsenal de Mikel Arteta e Gyökeres. Será possível a dobradinha?
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Ambiente de Champions na Allianz Arena. Milhares de adeptos à espera de uma reviravolta na eliminatória, que não podia ter começado da pior forma. É sabido que quem dá espaço a Kvaratskhelia arrisca-se a ser penalizado e o Bayern sabia disso.
Só que a teoria é sempre mais fácil de contrariar do que a prática. O georgiano teve metros para percorrer com a bola controlada e «só» teve de encontrar Dembélé solto de marcação no coração da área. Aí, o francês fez o que melhor sabe e fuzilou de forma imperativa a baliza de Neuer. Balde de água gelada na Alemanha, Luis Enrique radiante no banco de suplentes.
Três minutos e golo de Dembélé 🍿#sporttvportugal #CHAMPIONSnaSPORTTV #UEFAChampionsLeague #Bayern #PSG pic.twitter.com/D5KRlGdMjm
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Se pensava que este momento iria abrir a «Caixa de Pandora», à semelhança do que aconteceu na primeira mão, desengane-se. O lance fez com que o PSG se fechasse mais no seu meio-campo, com uma aposta clara na velocidade dos três da frente. Algo que não se alterou foi a qualidade individual de Michael Olise.
Nuno Mendes viu o amarelo ainda cedo no encontro e ficou condicionado no frente a frente com o virtuoso extremo francês. Aos 28 minutos, o típico lance de fora para dentro quase resultou no golo do empate. Ficou perto de ser feliz. Pouco depois, a dupla lusa que falta mencionar entrou ao serviço e quase construiu o 2-0 do PSG.
O cruzamento de Vitinha foi tirado a régua e esquadro, para uma zona da área específica e onde surgiu a finalização de cabeça de João Neves. Valeu ao Bayern Munique a defesa do outro mundo de um guarda-redes que (certamente) não é deste planeta.
Intervalo foi sinónimo de tranquilidade para o técnico espanhol, que montou uma estratégia difícil de contrariar por Kompany no segundo tempo. Desde logo, o Bayern optou por arriscar mais e quem pode criticar, com dois golos de diferença na eliminatória. Isto permitiu à linha ofensiva do PSG aproveitar o espaço nas costas da defesa e obrigar Neuer uma exibição a fazer lembrar o seu «prime».
Do outro lado, uma noite inspirada de Luis Díaz quase resultou no golo do empate aos 68 minutos. Ficou-se apenas pela tentativa. A verdade é que Harry Kane esteve quase sempre longe da baliza, mas a única vez que conseguiu receber, rodar e finalizar... deu golo.
Kane ainda marcou mas não foi suficiente ❌#sporttvportugal #CHAMPIONSnaSPORTTV #UEFAChampionsLeague #Arsenal #BayernMunique pic.twitter.com/7sTqkHdmiq
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Para os amantes do futebol, é pena que o golo só tenha chegado na compensação, já que não houve tempo para um eventual empate na eliminatória. O apito final confirma a possibilidade do PSG revalidar o título de campeão europeu, no dia 30 de maio, em Budapeste.