Informado em todas as frentes, sem interrupções?
TORNE-SE PREMIUM

Champions: Bayern Munique-PSG, 1-1 (crónica)

6 mai, 22:36

Final? Quem gosta, quer repetir…

Costuma-se dizer que quem gosta, quer repetir. O PSG certamente gostou de levantar a «orelhuda» na época passada e em 2026 vai tentar repetir a dose. O sensacional 5-4 na primeira mão permitiu aos visitantes chegarem cedo à vantagem e gerir com (e sem) bola a eliminatória.

Segue-se o Arsenal de Mikel Arteta e Gyökeres. Será possível a dobradinha?

RECORDE AQUI O FILME DESTE ENCONTRO.

Ambiente de Champions na Allianz Arena. Milhares de adeptos à espera de uma reviravolta na eliminatória, que não podia ter começado da pior forma. É sabido que quem dá espaço a Kvaratskhelia arrisca-se a ser penalizado e o Bayern sabia disso.

Só que a teoria é sempre mais fácil de contrariar do que a prática. O georgiano teve metros para percorrer com a bola controlada e «só» teve de encontrar Dembélé solto de marcação no coração da área. Aí, o francês fez o que melhor sabe e fuzilou de forma imperativa a baliza de Neuer. Balde de água gelada na Alemanha, Luis Enrique radiante no banco de suplentes.

Se pensava que este momento iria abrir a «Caixa de Pandora», à semelhança do que aconteceu na primeira mão, desengane-se. O lance fez com que o PSG se fechasse mais no seu meio-campo, com uma aposta clara na velocidade dos três da frente. Algo que não se alterou foi a qualidade individual de Michael Olise.

Nuno Mendes viu o amarelo ainda cedo no encontro e ficou condicionado no frente a frente com o virtuoso extremo francês. Aos 28 minutos, o típico lance de fora para dentro quase resultou no golo do empate. Ficou perto de ser feliz. Pouco depois, a dupla lusa que falta mencionar entrou ao serviço e quase construiu o 2-0 do PSG.

O cruzamento de Vitinha foi tirado a régua e esquadro, para uma zona da área específica e onde surgiu a finalização de cabeça de João Neves. Valeu ao Bayern Munique a defesa do outro mundo de um guarda-redes que (certamente) não é deste planeta.

Intervalo foi sinónimo de tranquilidade para o técnico espanhol, que montou uma estratégia difícil de contrariar por Kompany no segundo tempo. Desde logo, o Bayern optou por arriscar mais e quem pode criticar, com dois golos de diferença na eliminatória. Isto permitiu à linha ofensiva do PSG aproveitar o espaço nas costas da defesa e obrigar Neuer uma exibição a fazer lembrar o seu «prime». 

Do outro lado, uma noite inspirada de Luis Díaz quase resultou no golo do empate aos 68 minutos. Ficou-se apenas pela tentativa. A verdade é que Harry Kane esteve quase sempre longe da baliza, mas a única vez que conseguiu receber, rodar e finalizar... deu golo.

Para os amantes do futebol, é pena que o golo só tenha chegado na compensação, já que não houve tempo para um eventual empate na eliminatória. O apito final confirma a possibilidade do PSG revalidar o título de campeão europeu, no dia 30 de maio, em Budapeste.

Relacionados

Informação em todas as frentes, sem distrações? Navegue sem anúncios e aceda a benefícios exclusivos.
TORNE-SE PREMIUM

Champions

Mais Champions

Mais Lidas